domingo, 29 de maio de 2016

Caicó recebe quarta edição do projeto “Universidades na Feira”

Marina Gadelha – ASCOM – Reitoria/UFRN

A Escola Multicampi de Ciências Médicas (EMCM) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) promove a quarta edição do evento “Universidades na Feira”, que acontece no dia 4 de junho, das 7h às 11h, na feira livre de Caicó. A iniciativa reúne um conjunto de ações voltadas à população da cidade, com orientações sobre saúde bucal, doenças crônicas, gênero e relações étnico-raciais, direitos sociais e trabalhistas.

Participam alunos de Medicina, Direito, Serviço Social, Enfermagem, Odontologia, Nutrição, Psicologia e Fisioterapia da EMCM, do CERES de Caicó, da Faculdade de Ciências da Saúde do Trairi (FACISA), da Universidade do Estado do RN (UERN) em Caicó e da Faculdade Católica Santa Terezinha. Os residentes do programa de Residência Multiprofissional em Atenção Básica também estão engajados no evento, cuja estrutura será montada no Restaurante Ponto Certo. Além disso, grupos itinerantes de estudantes e docentes estendem as atividades por toda a feira.

O vice-diretor da EMCM e coordenador do “Universidades na Feira”, professor Lucas Pereira de Melo, explica que essa é uma forma de integrar o ensino e a extensão, estreitar o relacionamento com a comunidade e consolidar a responsabilidade social das instituições de ensino envolvidas. “O projeto virou tradição na cidade, todos já ficam na expectativa. Para este semestre, esperamos atingir 2 mil atendimentos”, prevê Lucas Pereira. Na última edição, o serviço beneficiou 1.700 pessoas.

O “Universidades na Feira” ainda conta com apoio do Exército Brasileiro e da Secretaria Municipal de Saúde de Caicó, com financiamento interno por meio do edital 013/2015, Eventos Integrados 2016.1 da UFRN. Para as próximas edições, espera-se que o evento seja estendido aos municípios de Santa Cruz e Currais Novos.
Área de anexos

O G1 RN considera o capitão Styvenson Valentim um carrasco. Como Torquemada?

29/05/2016 08h22 - Atualizado em 29/05/2016 09h04

Carrasco da Lei Seca causa revolta ao dizer que policial civil não trabalha

Capitão da PM, Styvenson Valentim coordena a Operação Lei Seca no RN.
Ele é considerado celebridade em razão da rigidez com que aplica as leis.

Anderson BarbosaDo G1 RN
Tenente Styvenson Valentim coordena a Operação Lei Seca em Natal      (Foto: Fernanda Zauli/G1)Styvenson Valentim coordena a Operação Lei Seca
no RN (Foto: Fernanda Zauli/G1)
Causou revolta, indignação e decepção, principalmente a agentes e delegados da Polícia Civil potiguar, um comentário que se espalhou pelas redes sociais neste sábado (28) feito pelo capitão da Polícia Militar Styvenson Valentim, coordenador da Operação Lei Seca no Rio Grande do Norte. “Policial civil ganha muito bem para não fazer nada. Delegado ganha 23 mil reais para não fazer nada", disse o capitão.
A declaração está em um áudio de quase dois minutos que vazou de um grupo de WhatsApp. Nela, Styvenson fala com uma mulher sobre como proceder após ela ter se envolvido numa determinada ocorrência de trânsito. O G1 tentou falar com Styvenson logo no início da manhã, mas os telefones do capitão estavam desligados. Novas ligações foram feitas por volta das 8h, mas ainda permaneciam sem sinal.
Em nota, divulgada na noite do sábado, o Sindicato dos Policiais Civis e Servidores da Segurança Pública do RN (Sinpol/RN) disse que a declaração do capitão “é despropositada e, principalmente, desrespeitosa para com uma categoria que tanto faz pela segurança pública doRio Grande do Norte”. E que “ao contrário do que pensa e declara o capitão Styvenson, os policiais civis trabalham duro diariamente, mesmo sem muitas vezes disporem de condições e estrutura adequada”. E complementa:  “Acontece que, ao contrário do próprio capitão Styvenson, os policiais civis não usam a mídia para promoção pessoal e nem para expor o trabalho que é feito diariamente. Os policiais civis trabalham de maneira silenciosa, usando de inteligência e ferramentas investigativas (ver nota completa abaixo)”.
Já a Associação dos Delegados de Polícia Civil do Rio Grande do Norte (Adepol/RN), disse que “o referido oficial desqualifica, afronta e agride a categoria e a instituição Polícia Civil”, e que “o capitão Styvenson atacou, de forma grosseira, a honra de uma categoria que é reconhecida pela sociedade potiguar pelo seu profissionalismo e comprometimento, atributos que devem ser preservados, sob pena de comprometer a própria ordem pública”. Ainda de acordo com a associação, “generalizar e colocar na vala comum todos os integrantes de uma instituição é uma medida arrogante e presunçosa (ver nota completa abaixo)”.
Nem a Polícia Militar nem a Secretaria Estadual de Segurança Pública se manifestaram sobre o assunto.
O capitão Styvenson Valentim começou a ganhar notoriedade em 2014, quando recebeu a missão de comandar a Operação Lei Seca no estado. Considerado um policial extremamente honesto em razão do pulso firme, rigidez e correção na forma de conduzir o trabalho que desenvolve, logo virou notícia. Nas ruas, é tratado como celebridade.
Transcrição do áudio que se espalhou pelas redes sociais
“Pois vou esclarecer uma coisinha para a senhora: policial civil ganha muito bem para não fazer nada. Delegado ganha 23 mil reais para não fazer nada. Delegado acha que tem poder sobrenatural, entendeu?… para não fazer nada. Ontem mesmo eu denunciei as delegacias que não querem trabalhar, só isso. Preguiça. Preguiça. Se a senhora quiser colocar isso pra frente, segunda-feira eu vou estar no Detran, a gente senta e eu vou dizer passo a passo o que a senhora tem que fazer, porque isso é um absurdo. Isso é um crime. Sabe por que? Porque se tivesse vítima fatal, se fosse alguém que tivesse morrido, e aí? ia ficar como? Aí ia ser preso? Ia colocar filmagem de Midway? Iam no posto de gasolina pra saber onde estava bebendo? Que dizer, que porra de lei é essa nesse país de merda que as coisas só funcionam para um lado, para o outro não? Então estou revoltado. E só revendo o seu questionamento sobre a Operação Lei Seca, a que eu comando não pertence a este estirpe de gente, não. Não pertence a este nipe de pessoas, não. Entendeu? O policiamento que eu faço depende de mim e só de mim mesmo. É por isso que a coisa é bem feita. Entendeu? Não sou vinculado a CPRE, mal sou vinculado à Polícia Militar e Detran. Então, as coisas que eu faço não é por instituição não, é por mim mesmo. Então, separo, porque quando faço uma coisa faço muito bem feita. Eu teria ido até o final nessa situação aí. Dona STTU? deve sim ir para a delegacia. Os agentes? Devem ir para a delegacia. Deveria ter ido todo mundo para a delegacia. Todos os envolvidos. Todo mundo é testemunha do fato. Todos deveriam ter ido, não era só a STTU, não. Todos deveriam ser ouvidos. Todos. Porque o código de trânsito prevê, não é só a questão do agente fiscalizador presenciar o fato. Mas, na verdade, vocês iriam entrar era como testemunha da ocorrência”.
Nota do Sinpol/RN
O Sinpol/RN vem a público expressar seu total repúdio a recente declaração dada pelo capitão Styvenson Valentim a respeito dos policiais civis do Rio Grande do Norte. Em áudio divulgado nas redes sociais, o oficial da PM potiguar ataca policiais civis dizendo que estes "ganham muito bem para não fazer nada".
Tal declaração é despropositada e, principalmente, desrespeitosa para com uma categoria que tanto faz pela segurança pública do Rio Grande do Norte. Ao contrário do que pensa e declara o capitão Styvenson, os policiais civis trabalham duro diariamente, mesmo sem muitas vezes disporem de condições e estrutura adequada.
Acontece que, ao contrário do próprio capitão Styvenson, os policiais civis não usam a mídia para promoção pessoal e nem para expor o trabalho que é feito diariamente. Os policiais civis trabalham de maneira silenciosa, usando de inteligência e ferramentas investigativas.
O Sinpol/RN respeita o trabalho desenvolvido pela equipe do capitão Styvenson na Lei Seca, mas ressalta que a opinião dele sobre a categoria policial civil não condiz com a realidade. Reforçamos que se o referido oficial teve qualquer problema com algum integrante da Polícia Civil que procure as esferas competentes para tentar solucionar tal problema, ao invés de usar redes sociais para atacar toda uma classe profissional.
Reiteramos nossa estima a todas as instituições que fazem a Segurança Pública do Rio Grande do Norte com a certeza de que o posicionamento e comportamento do capitão Styvenson não é uma regra dentro da Polícia Militar. Os policiais civis, assim como militares, federais ou rodoviários merecem respeito do capitão Styvenson e de todos os cidadãos.
Por fim, frisamos que em nome de todos os policiais civis iremos tomar medidas cabíveis para exigir, no mínimo, uma retratação por parte do capitão Styvenso.
Nota da Adepol/RN
A Associação dos Delegados de Polícia Civil do Rio Grande do Norte (Adepol/RN) vem a público manifestar total repúdio às graves declarações imputadas ao capitão PM Styvenson Valentim, coordenador da Lei Seca no Estado, que ganharam repercussão nas redes sociais da internet hoje, 28 de maio de 2016, quando o referido oficial desqualifica, afronta e agride a categoria e a instituição Polícia Civil.
O capitão Styvenson atacou, de forma grosseira, a honra de uma categoria que é reconhecida pela sociedade potiguar pelo seu profissionalismo e comprometimento, atributos que devem ser preservados, sob pena de comprometer a própria ordem pública. Generalizar e colocar na vala comum todos os integrantes de uma instituição é uma medida arrogante e presunçosa.
Surpreendem as declarações, posto que a Polícia Judiciária, apesar dos parcos recursos disponíveis, se esforça ao máximo, ao longo dos anos, para proporcionar maior segurança à sociedade potiguar. Muitos são os profissionais que trabalham diuturnamente, com risco à própria vida, para diminuir os altos índices de criminalidade que assolam o estado potiguar. Este esforço e dedicação não podem ser jogados à lama por questões alheias aos interesses coletivos.
Existe toda uma ordem jurídica e legal a ser seguida nas ocorrências policiais, não podendo o Delegado de Polícia exercer suas atividades ao arrepio da Lei, apenas para atender pretensão individual de quem quer que seja. Vivemos em um Estado Democrático de Direito!!!
A Adepol/RN ingressará com as medidas judiciais e administrativas contra o agressor, por entender que ele, além de praticar uma transgressão disciplinar, maculou, de forma injusta, a honra dos Delegados de Polícia, categoria centenária no sistema jurídico brasileiro, exercendo atribuição essencial à justiça e exclusiva de Estado, e, não por outro motivo, é considerada a primeira garantidora dos direitos fundamentais do cidadão.
O aparelho da segurança pública é formado por instituições que devem agir entre si com ética, respeito e profissionalismo, buscando sempre o aprimoramento do trabalho e melhor resposta ao anseio popular e ao cumprimento da Justiça.
Por fim, a Adepol/RN acredita que a manifestação do referido capitão não é compartilhada pela Polícia Militar, instituição que, cotidianamente, anda ao lado dos Delegados de Polícia no combate à criminalidade e na manutenção da ordem pública e defesa do cidadão.

Capitão popular e forte candidato a candidato a prefeito de Natal faz críticas a delegados e agentes da Polícia Civil do RN.

Coronel da Reserva da Polícia Militar pede desculpas a Polícia Civil por palavras de Styvenson

Por Interino
Veja as palavras do Coronel da Reserva da PM José Walterler Santos abaixo:
“Ouvi com muita preocupação essa fala do Capitão Styvenson tecendo acusações desnecessárias, inoportunas, inadequadas e que não retratam a verdadeira realidade. Na Polícia Militar e na Polícia Civil existem os bons e existem aqueles que não querem absolutamente nada com nada. Todos nós sabemos disso. Existem aqueles indivíduos que utilizam apenas as nossas prerrogativas para atender os seus interesses pessoais. Mas a grande maioria, 90% ou mais, todos sem exceção, Polícia Civil e Polícia Militar são companheiros inseparáveis, homens que lutam no seu dia dia, dando o sacrifício da sua vida em prol dos interesses da instituição. Independentemente do desconhecimento, da desvalorização, do desrespeito com que o próprio governo trata a todos nós policiais militares. Portanto, eu na condição de Coronel da Polícia Militar, quero deixar aqui registrado o meu pedido de desculpas aos valorosos companheiros da Polícia Civil e dizer que a manifestação singular desse jovem capitão, nem pode e nem deve ser motivo para achincalhar ou desvirtuar os verdadeiros objetivos de todos nós policiais civis ou militares. Nós somos efetivamente grandes profissionais. E não podemos, Senhor Capitão Styvenson, generalizar. O senhor tem o dever de pedir desculpas a Polícia Civil do Rio Grande do Norte.”


Blog do BG: http://blogdobg.com.br/coronel-da-reserva-da-policia-militar-pede-desculpas-a-policia-civil-por-palavras-de-styvenson/#ixzz4A3Of9BuD

Associação dos Delegados da 

Polícia 

Civil do RN emite Nota de Repúdio as 

declarações de Styvenson









Por Interino
Veja abaixo:
ADEPOL/RN – NOTA DE REPÚDIO
A Associação dos Delegados de Polícia Civil do Rio Grande do Norte (ADEPOL/RN) vem a público manifestar total repúdio às graves declarações imputadas ao capitão PM Styvenson Valentim, coordenador da Lei Seca no Estado, que ganharam repercussão nas redes sociais da internet hoje, 28 de maio de 2016, quando o referido oficial desqualifica, afronta e agride a categoria e a instituição Polícia Civil.
O capitão Styvenson atacou, de forma grosseira, a honra de uma categoria que é reconhecida pela sociedade potiguar pelo seu profissionalismo e comprometimento, atributos que devem ser preservados, sob pena de comprometer a própria ordem pública. Generalizar e colocar na vala comum todos os integrantes de uma instituição é uma medida arrogante e presunçosa.
Surpreendem as declarações, posto que a Polícia Judiciária, apesar dos parcos recursos disponíveis, se esforça ao máximo, ao longo dos anos, para proporcionar maior segurança à sociedade potiguar. Muitos são os profissionais que trabalham diuturnamente, com risco à própria vida, para diminuir os altos índices de criminalidade que assolam o estado potiguar. Este esforço e dedicação não podem ser jogados à lama por questões alheias aos interesses coletivos.
Existe toda uma ordem jurídica e legal a ser seguida nas ocorrências policiais, não podendo o Delegado de Polícia exercer suas atividades ao arrepio da Lei, apenas para atender pretensão individual de quem quer que seja. Vivemos em um Estado Democrático de Direito!!!
A ADEPOL/RN ingressará com as medidas judiciais e administrativas contra o agressor, por entender que ele, além de praticar uma transgressão disciplinar, maculou, de forma injusta, a honra dos Delegados de Polícia, categoria centenária no sistema jurídico brasileiro, exercendo atribuição essencial à justiça e exclusiva de Estado, e, não por outro motivo, é considerada a primeira garantidora dos direitos fundamentais do cidadão.
O aparelho da segurança pública é formado por instituições que devem agir entre si com ética, respeito e profissionalismo, buscando sempre o aprimoramento do trabalho e melhor resposta ao anseio popular e ao cumprimento da Justiça.
Por fim, a ADEPOL/RN acredita que a manifestação do referido capitão não é compartilhada pela Polícia Militar, instituição que, cotidianamente, anda ao lado dos Delegados de Polícia no combate à criminalidade e na manutenção da ordem pública e defesa do cidadão.
ASSOCIAÇÃO DOS DELEGADOS DE POLÍCIA CIVIL DO RN

Áudio de Capitão Styvenson nos grupos de Whattsapp provoca tumulto grande

Circula um áudio do Capitão Styvenson em todos os grupos de WhatsApp. Nesse áudio o Capitão faz duras críticas ao trabalho da Policia Civil e dos delegados. Sem entrar no mérito se o capitão tem razão ou não, o fato é que o áudio causou um verdadeiro “tsunami” nos grupos de policiais civis, militares e delegados.


Blog do BG: http://blogdobg.com.br/audio-de-capitao-styvenson-nos-grupos-de-whattsapp-provoca-tumulto-grande/#ixzz4A3NhGPiT








Blog do BG: http://blogdobg.com.br/#ixzz4A3MdtVic

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte | Assessoria de Imprensa

Getúlio pede providências para reabertura da Central do Cidadão de Pau dos Ferros

Crédito da Foto: Eduardo Maia
 
A central do Cidadão de Pau dos Ferros está fechada desde o dia 29 de março segundo o deputado estadual Getúlio Rêgo (DEM), que pediu, nesta quarta-feira (25), providências urgentes para o reestabelecimento dos atendimentos no local.

“A situação vem causando prejuízo ao povo que tem que se deslocar entre 50km e 70km, até à Central do Cidadão de Alexandria ou Apodi para ser atendido. Vale destacar também que o Detran funciona no local”, disse Getúlio.

Ele destacou que a capacidade de atendimento das centrais, localizadas nas regiões vizinhas, não é suficiente para suprir a demanda adicional ao município de Pau dos Ferros.

De acordo com o deputado, a Central de Pau dos Ferros chegou a atender mais de mil pessoas por dia.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Ovos e carne moída crua: a inacreditável dieta da mulher mais velha do mundo


  • BBC de Londres
  • 17 maio 2016
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Emma Morano, a mulher mais velha do mundoImage copyrightAFP
Image captionQuando era jovem, Emma Morano se separou de seu marido e nunca mais voltou a se casar
O Guinness World Records, o "Livro dos Recordes", confirmou nesta semana que a italiana Emma Morano, de 116 anos, é a pessoa mais velha do mundo.
Nascida em 29 de novembro de 1899, ela é a única pessoa do mundo que já viveu por três séculos, segundo a publicação.
Em uma reportagem no jornal New York Times feita em 2015, Morano afirmou que vive tanto pelo fato de ser independente. Mas também falou de seus hábitos alimentares.
A "supercentenária" disse que come três ovos por dia - dois crus e um cozido. E faz isso há 90 anos, desde que um médico a recomendou que se tratasse de uma anemia.
Morano complementa o consumo de proteína pura com porções de carne moída crua.
Além disso, a centenária gosta de massas e, no café da manhã, toma leite com biscoitos.

Verduras

Emma Morano e uma foto sua quando era jovemImage copyrightEPA
Image captionEmma Morano é a única pessoa no mundo que nasceu no século 19
Ao contrário do que recomendam os especialistas e profissionais de saúde, Emma Morano come quantidade insuficiente de verduras, de acordo com entrevista do próprio médico da idosa, Carlo Bava, à agência de notícias AFP.
Morano gosta de brandy caseiro e doces e até hoje ocasionalmente come chocolate e doce de maçã com bolachas de sobremesa.
Os amigos que visitam a idosa muitas vezes a presenteiam com uma colomba, a torta típica italiana feita de manteiga e ovos. Ela também ganha panetones na época do Natal.

Solteira

Emma Morano também credita sua longevidade a sua independência - e a sua solteirice de longa data.
Ela nasceu na cidade de Civiasco, região de Piemonte, no norte da Itália, no mesmo ano em que Guglielmo Marconi fez a primeira transmissão de um sinal de rádio através do Canal da Mancha, em 1899.
Morano é de uma família de oito filhos: teve três irmãos e quatro irmãs e é a única sobrevivente entre todos eles.
O grande amor da italiana não regressou vivo da Primeira Guerra Mundial e, em 1926, ela acabou se casando com outro homem - que, mais tarde, passou a se comportar de modo violento.
Emma Morano e o médico, Carlo BavaImage copyrightAP
Image captionO médico Carlo Bava visita Emma Morano uma vez por semana
Ela teve um filho que morreu quando ainda era criança.
Sem conseguir ser feliz, ela abandonou o marido em 1938, algo pouco comum na época - sobretudo na Itália, país de forte influência da Igreja Católica.
Morano então teve que trabalhar em uma fábrica de sacos de juta e, em seguida, conseguiu um emprego como cozinheira.
A centenária afirma que, depois de se separar do marido, teve muitos pretendentes, mas nunca mais se casou. "Não queria ser dominada por ninguém", disse ela ao New York Times.

'Velha como as montanhas'

Quando foi informada que era considerada a pessoa mais velha do mundo, a reação de Emma Morano foi bem humorada: "Caramba! Sou velha como as montanhas."
Segundo Rosi Santoni, parente que cuida dela, Morano está "muito contente" com o título.
Santoni disse ao jornal britânico The Telegraph que Morano tem boa saúde, levando em conta sua idade, e é uma pessoa muito positiva.
Mas a italiana tem uma vida social restrita, não apenas porque não escuta e nem enxerga muito bem, mas porque "todos seus amigos estão no cemitério".
Susannah Mushatt Jones, que era a mulher mais velha do mundoImage copyrightAP
Image captionEmma Morano foi considerada a pessoa mais velha do mundo depois da morte da americana Susannah Mushatt Jones, aos 116 anos
Faz muitos anos que Morano não sai de casa, porque se cansa muito rapidamente. Ela também dorme um pouco durante o dia, depois do almoço.
Emma Morano foi considerada a pessoa mais velha do mundo depois da morte, no dia 13 de maio, em Nova York, de Susannah Muchatt Jones, que também tinha 116 anos.
Jones, por sua vez, tampouco seguia a dieta mais recomendada por nutricionistas e atribuía sua longa vida ao consumo de ovos com bacon.