terça-feira, 27 de outubro de 2015

Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte | Assessoria de Imprensa
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Sessão solene na Assembleia marca 50 anos da Barreira do Inferno

Crédito da foto: Eduardo Maia
 
No dia 12 de outubro, o Centro de Lançamento da Barreira do Inferno completou 50 anos de existência. Por propositura do deputado Carlos Augusto Maia (PTdoB), a Assembleia Legislativa comemorou a data em sessão solene, que aconteceu nesta terça-feira (27). O evento homenageou militares que fizeram parte da história da instituição, que foi o primeiro centro de lançamento da América Latina e hoje é o segundo ponto turístico mais visitado do RN.

“Desde 1965, o Centro tem a missão de executar e prestar apoio às atividades de lançamento e rastreio de foguetes e satélites. Como deputado que representa especialmente o município de Parnamirim, não poderia deixar de convidar a todos para celebrarmos esta importante data e refletirmos sobre a importância e as condições atuais do polo que, por décadas, foi o único elo de ligação do nosso país com o espaço, com a pesquisa, com a ciência e com futuro”, disse o parlamentar.

Na ocasião, foram homenageados servidores e militares que fizeram parte da história de 50 anos da Barreira do Inferno: a major intendente Alessandra Ventura, os servidores Maria Goretti Dantas, Adomilson Domingos, Francisco Silvio da Silveira e João Maria Pires, o primeiro sargento Fabiano Junger, o cabo Frankcikleiber Costa Barbosa, o brigadeiro do ar Hudson Costa Potiguara, comandante da primeira Força Aérea, o brigadeiro do ar Miguel Márcio Duarte Martins e o diretor do Centro da Barreira do Inferno, Maurício Lima de Alcântara.

Em nome dos homenageados, o diretor da Barreira do Inferno, o coronel aviador Maurício Lima de Alcântara agradeceu a honraria e falou sobre a importância do Centro para o país e para o mundo. “Ao longo desses 50 anos, foram registrados mais de 3 mil lançamentos de foguetes, sendo 80 por cento nacionais e 20 por cento estrangeiros. Na área de rastreamento, somos um Centro modelo com as principais certificações de qualidade, como o ISSO 9001 e estamos estreitando parcerias com instituições locais e internacionais, como a agência europeia que desde 1977, temos um acordo de cooperação ”, disse ele.

O diretor concluiu o pronunciamento, ressaltando a importância dos recursos humanos do Centro. “Essa geração de servidores e militares serão exemplo para o futuro, sempre dignificando o nosso lema: preparar, lançar e rastrear”.

Os deputados estaduais Vivaldo Costa (PROS), Fernando Mineiro (PT), Cristiane Dantas (PCdoB) e Getúlio Rêgo (DEM) participaram da solenidade, que foi conduzida pelo presidente da Casa, Ezequiel Ferreira (PMDB).

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte | Assessoria de Imprensa
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Assembleia comemora 50 anos da Barreira do Inferno nesta terça-feira (27)

Crédito da foto: Reprodução internet

 
O Centro de Lançamento da Barreira do Inferno completou 50 anos no dia 12 de outubro. Para marcar a data, o deputado Carlos Augusto Maia (PTdoB) promove uma sessão solene na Assembleia Legislativa do RN, nesta terça-feira (27), às 10h. Criado em 12 de outubro de 1965, o Centro é o segundo ponto mais visitado do RN, recebendo 100 mil visitantes, por ano.

“O Centro projetou a cidade de Natal no cenário científico mundial e escreveu uma significativa página na história da terra potiguar, para qual proporcionou o codinome de Capital Espacial do Brasil”, explica o deputado.

Ao longo desses 50 anos, foram lançados mais de três mil engenhos aeroespaciais para instituições nacionais e estrangeiras. Dentro da missão destaca-se, ainda, o acordo internacional com a agência espacial europeia para rastreamento dos veículos Ariane, Soyuz e Vega lançados a partir do centro espacial Guianês, totalizando mais de 20 operações com a participação do CLBI.

Atualmente, a “Barreira do Inferno” tem a missão institucional de executar e prestar apoio às atividades de lançamento e rastreio de engenhos aeroespaciais e de coleta e processamento de suas cargas úteis. Além disso, também executa os testes, experimentos, pesquisa básica ou aplicada e outras atividades de desenvolvimento tecnológico relacionados com a política nacional de desenvolvimento das atividades espaciais.

50 anos da Barreira do Inferno e um festival de foguetes.

Em 1966, a Sociedade de Estudos Astronáuticos-SEA, integrada por alunos da Escola Industrial de Natal e de outras colégios, já realizavam experimentos com pequenos foguetes de construção caseira ( foto abaixo), nas praias e nos quintais de suas residências. A influência era a corrida espacial entre os Estados Unidos da América do Norte e a União Soviética e a base de Barreira do Inferno, construída pelo Ministério da Aeronáutica, a partir de 1964. Os integrantes da SEA assistiram vários lançamentos de foguetes da Barreira do Inferno, sempre através de convites obtidos pelo professor Antonio Soares de Araújo Filho, presidente da Associação de Norteriograndense de Astronomias-ANRA. Não temos a data da explanação do militar da Barreira nem o seu nome e do autor da foto, mas se trata de evento ocorrido no inicio da década de 80, provavelmente para a imprensa.
A foto dos fogueteiros da SEA foi feita na tarde do dia 27 de novembro de 1966, perto do Farol de Mãe Luíza. À direita, estão Teodomiro Romeiro, João Maria Dantas-Joca, Luiz Gonzaga e outros. Rubens de Azevedo Maia, ao centro, agachado; Lino Dantas, à esquerda, com a mão sobre a ponta de um foguete, "Zé Neguinho", uma enciclopédia ambulante, gráfico do Diário de Natal e outros. Vários artefatos foram lançados e o fato foi registrado como uma "Chuva de Foguetes" pelo repórter do Correio do Povo, Alfredo Nunes. 


sábado, 24 de outubro de 2015

Unimed Rio informa que não tem dívida de 1 bilhão de reais.

Nota à imprensa

Confira, na íntegra, a resposta enviada à revista Veja pela Unimed-Rio

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Em virtude de nota publicada no dia 18/10, na coluna Radar, da Revista Veja, a Unimed-Rio enviou resposta ao veículo em que esclareceu os seguintes pontos:

. A Unimed-Rio vem respondendo a todas as solicitações da Agência Nacional de Saúde, a fim de corrigir as eventuais insuficiências, através da elaboração de um Plano de Saneamento. Qualquer especulação sobre liquidação extrajudicial, neste momento, carece de fundamento técnico e regulatório.

. A Unimed-Rio não tem dívidas de curto prazo de R$ 1 bilhão ou valor semelhante. E vender o hospital da Barra por R$ 500 milhões está totalmente fora de cogitação. Nas avaliações formais de mercado a que foi submetido, seu valor é, conservadoramente, bem maior. Tanto que, no primeiro semestre deste ano, recusamos uma oferta de R$ 520 milhões.

. Embora enfrentando um ano difícil e comum a todos os setores econômicos, a Unimed-Rio, através de seus 5.600 médicos cooperados, continua prestando o melhor serviço na área de saúde aos seus mais de 1 milhão de clientes.

. A venda de produtos destinados a pessoas jurídicas é feito somente mediante a apresentação de CNPJ válido, cuja emissão é responsabilidade do Ministério da Fazenda. Não temos corretores próprios e nosso critério de comissões, em todos os produtos, está em linha com o praticado pelo mercado. A responsabilidade pela venda é do corretor, que tem a obrigação de apresentar CNPJ válido nos planos empresariais e verificar o vínculo associativo do cliente com a Associação correspondente nos Planos Coletivos por adesão. Não temos nenhuma necessidade de induzir venda de planos coletivos para clientes individuais uma vez que, diferente de diversas empresas do setor, a Unimed-Rio oferece produtos para todos os segmentos: individuais, coletivos empresariais e coletivos por adesão. Procuramos dar aos nossos clientes a melhor opção de produtos para suas necessidades, elegibilidade e orçamento.

. Por adotar essa política quanto às pessoas jurídicas, a Unimed-Rio não enfrenta - nem poderia enfrentar - qualquer processo a respeito.​ ​

Unimed Rio à beira da falência?