sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

EXPOSIÇÃO DE CÂMERAS ANTIGAS. Local: Sindicato dos Jornalistas, na rua Felipe Camarão, Cidade Alta.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Sindicato dos Jornalistas realiza noite cultural com exposições de fotografias e câmeras antigas

1° VARAL FOTOGRÁFICO E EXPOSIÇÃO DE CÂMERAS ANTIGAS SINDJORN

Cartaz/Divulgação
A Comissão de Imagem do Sindicado dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Norte (SINDJORN) convida a todos a comparecerem ao 1º Varal Fotográfico e Exposição de Câmeras Antigas que ocorrerá nesta sexta-feira (30), na sede da entidade, tendo início às 18h.

Simultaneamente, na área externa, haverá o ‘Pescoção’, onde os presentes poderão desfrutar de uma boa música, rodas de bate-papo entre os colegas e ainda churrasquinho e cerveja super gelada (por adesão).
Venha prestigiar essa ótima iniciativa e contribuir para mais um ato de mobilização da categoria.

Contamos com a presença de todos os colegas!

A Diretoria

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Aprovados para a UFRN comemoram a conquista.

Aprovados para a UFRN comemoram a conquista

(Sirleide Pereira / Wilson Galvão - 26 – 1 – 2015)


Com 810.00 pontos, o jovem João Cláudio Urbano, de 18 anos, figura como o 1º lugar do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) para o curso de Medicina na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Ao falar sobre o resultado, João Cláudio se emocionou, agradeceu aos professores pelo resultado e disse que a sensação que tem, agora, é do dever cumprido. “Sempre gostei de ajudar as pessoas, por isso decidi que queria estudar medicina. Meus professores me apoiaram e me fizeram acreditar que um sonho difícil não é um sonho impossível”, completou João Cláudio.

Já na Escola Multicampi de Ciências Médicas da UFRN, no Campus Caicó, o destaque é Lara Valeska de Medeiros Rocha, de 19 anos, natural de Natal, mas criada desde novinha no município da Região do Seridó. Ela estava em casa, na rua Major Salviano, nº 147, Centro de Caicó, quando recebeu a notícia de que é a primeira colocada no Curso de Medicina Multicampi. Ao falara para a mídia potiguar, Lara Medeiros disse que estudou muito e que teve a ajuda do namorado João Luiz, aprovado em 4º lugar para o mesmo curso, e ressaltou a ajuda dos professores.

Um dos cursos a apresentar alta pontuação como ponte de corte, o Curso de Medicina Multicampi de Caicó, no Rio Grande do Norte, foi um dos dez cursos mais concorridos no país. Abriu sua primeira turma em julho de 2014 e faz parte da política de interiorização e de acesso à educação pública superior da atual gestão da UFRN. Seu diferencial está no projeto pedagógico inovador tanto no método como na seleção, conforme o diretor da Escola, George Dantas de Azevedo. “Temos um curso focado na formação de médicos a partir de estudos integrados de problemas da saúde sem perder a visão social, trabalhados junto com a comunidade no interior e na zona rural. E para fortalecer o vínculo desse profissional com a sua região, a universidade atribui ao concorrente nascido na região um adicional de 20% sobre a nota, ou seja, um argumento de inclusão regional que garanta o acesso dos jovens do Seridó ao curso de medicina criado na região.

Nos próximos três anos, ou seja, em 2017, a perspectiva da reitora Ângela Maria Paiva Cruz, é de dobrar a quantidade de vagas nesse curso, que oferta, atualmente, 40.

Concorrência 2015

As duas opções para cursos de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) apresentaram a maior concorrência no processo seletivo da Instituição neste ano de 2015. Respectivamente Medicina, Campus Caicó, e Medicina, Campus Central, obtiveram a relação de 23,73 e 22,31 de candidatos por vaga. Em seguida, vem os cursos de Arquitetura e Urbanismo, com 16,18, Biomedicina – Noturno, com 15,17, e fecha a lista dos cinco mais concorridos o curso de Psicologia – Integral, com a demanda de 14,89.

Em números absolutos, o curso com maior quantidade de inscritos foi Ciências e Tecnologia, com 2.752 e 2.450 candidatos, respectivamente para as opções integral e noturno, registrando concorrências de 4.74 e 4.37. A matrícula na UFRN começa no dia 30 de janeiro e vai até 2 de fevereiro, período em que ocorre o cadastramento para os selecionados na primeira chamada. O início do ano letivo 2015 da UFRN será no dia 2 de fevereiro.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Na crise econômica mundial, os economistas estão acordados até de noite.

O homem que ‘inventou’ a atual instabilidade econômica mundial

  • 21 janeiro 2015
Robert Dall
Robert Dall, que então trabalhava para a Salomon Brothers, foi o criados das "securities" nos anos 70.
Vivemos em mundo volátil em muitos sentidos, mas sobretudo economicamente.
"Há ansiedade no sistema financeiro global", admite , em seu site, o Fórum Econômico Mundial, que reúne, esta semana, em Davos, Suíça, líderes políticos, econômicos e de negócios de todo o planeta para discutir o estado da economia global.
Sabe-se que: o preço do petróleo despenca, mas o do gás desviou do abismo; que o euro se desvaloriza, mas o dólar se fortalece; que o crescimento estanca em muitos países emergentes como a China, mas não em outros que ainda enfrentam crise financeira, como os Estados Unidos.
Sabe-se, ainda, que a riqueza do mundo aumenta, mas a desigualdade também; que o nível de emprego melhora, mas as condições de trabalho pioram; que o consumo se intensifica, enquanto o endividamento se aprofunda.
Enfim, há aparentemente muitas realidades díspares ao mesmo tempo, e neste panorama é difícil achar um sentido no que ocorre, achar um fio condutor que esclareça tudo.
Por isso, os guias de jornalismo - o da BBC inclusive - recomendam a análise de antecedentes históricos.
Uma das coisas que ajudam muito à compreensão do que ocorre é a História. Sim, a História com H maiúsculo: o estudo dos eventos, seus protagonistas, suas causas e suas consequências a partir de uma perspectiva temporal mais ampla.

Gênese de uma crise

Este é justamente um dos aspectos explorados pelo novo documentário da BBCOs super-ricos e nós.
No vídeo, afirma-se que a origem da atual instabilidade econômica, nos mercados e especialmente em nossas vidas, remonta à invenção, em 1977, de um instrumento financeiro poderoso que acabou usado de forma inescrupulosa, a "securitização". O criador, Robert Dall, então um operador em Wall Street, é hoje um idoso frágil e com alguns arrependimentos.
Em uma breve definição, a "securitização" consiste em formar pacotes com dívidas contraídas pelas pessoas - sejam hipotecas, créditos para comprar um carro ou mesmo a fatura do cartão de crédito - para vendê-las a investidores do mercado internacional em forma de títulos conhecidos como securities.
Em outras palavras, empacotam-se os riscos - que são atrativos, porque o endividamento pressupõe pagamentos mensais, regulares - para convertê-los em ativo financeiro que paga boas taxas de juros.
"A ideia tinha potencial, mas nunca havia imaginado que se propagaria tão rápido", confessa Dall à BBC.
Este esquema fez com que, nos anos 80 e 90, um grupo de financistas ficasse rico, com salários e bônus descomunais.
"Em pouco tempo, havia gente que se aproximava de mim em restaurantes e me dizia coisas como 'Muito obrigado pela ideia'", recorda Dall.

Créditos de má qualidade

No entanto, o conceito começou a se degenerar no início da década de 2000, quando foram misturados em um mesmo pacote empréstimos cobráveis e outros incobráveis.
Foi precisamente isso que levou à crise dos subprimes (créditos de "segunda oportunidade") nos Estados Unidos.
O pacotes acabaram contendo elementos tóxicos demais: hipotecas concedidas de forma irresponsável, sem muito controle, a pessoas que poderiam ter dificuldade de manter o pagamento em dia.
A bolha dos empréstimos hipotecários nos EUA explodiu em 2007-2008, quando uma grande quantidade de indivíduos não pode cumprir com suas obrigações, o que desembocou na crise internacional sobre a qual ainda falamos.
"O problema é que as pessoas que tomavam hipotecas ignoravam que estes créditos eram diferentes", lamenta Dall. "Não se sabia que havia hipotecas que eram reais e outras, falsas".

Insegurança como modo de vida

Pode-se afirmar que a "securitização" conduziu à "insecuritização" de nossa existência.
A revolução financeira iniciada por Dall, pela qual tomar riscos não só era bem visto como também aplicável a nossas dívidas, teve profundas consequências na vida cotidiana de muita gente, afirma-se no documentário Os super-ricos e nós.
Foto: AP
Crise das subprimes envolvendo hipotecas nos Estados Unidos faz sentir seu impacto até hoje.
O reinado do risco não só contribuiu para aumentar a brecha entre os super-ricos e o resto da humanidade, como - fundamentalmente - injetou uma grande sensação de insegurança, incerteza e precariedade em nossas vidas.
Foi assim que se criou um mundo em permanente desequilíbrio e no qual é difícil sair da crise. Um mundo com um nível de imprevisibilidade econômica que causa grande ansiedade a todos.
Por exemplo, é quase impossível saber o que ocorrerá com nosso emprego, com nosso país e com o mundo em um futuro imediato.
Esse é precisamente o fio condutor do que ocorre hoje: a economia se tornou vacilante, inconsistente, sem rumo claro. No momento, não nos resta outra opção a não ser entendê-la como tal e conviver com ela, conclui o documentário da BBC.
E não podemos repetir a surrada frase de que o resto é história, porque a história da crise segue sendo escrita.
Nem sequer os economistas mais lúcidos vislumbram um fim e isso é algo que "os mantêm acordados à noite", segundo reconhece o próprio Fórum Econômico Mundial.

sábado, 17 de janeiro de 2015

Festa da padroeira de Candelária começa dia 21.


Nesses dias de comemoração da Festa da Padroeira estão incluídos eventos voltados à saúde e bem estar da comunidade do Bairro de Candelária. Tais momentos também têm a intenção de proporcionar uma maior interação entre os moradores do bairro, fazendo com que a sociedade local se transforme em uma grande família.

Os eventos têm o apoio das academias WM Fitness e Summerfit, que elaboraram uma aula de dança (aeróbica) e um treino funcional que durará em torno de 1 hora. Haverá, também, uma mesa de frutas e degustação de suplementos da Mr Suplez, atendimento de nutricionistas e enfermeiros. Registre-se a participação do Posto Planalto que auxilou a viabilização desses acontecimentos. É esperada a participação maciça da comunidade.

Serviço:
Locais: Dia 21: Praça Nossa Senhora de Guadalupe, atrás da delegacia do bairro;
           Dia 27: Praça Pe. Vilela, ao lado da Igreja Matriz.
Hora: 19h.

Pastoral da Comunicação
Paróquia de Nossa Senhora da Candelária

Pastoral da Comunicação

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Ana Maria Cascudo será sepultada na tarde de hoje.

Morreu, na tarde desta quinta-feira (15), a historiadora e procuradora aposentada Anna Maria Cascudo Barreto, filha do folclorista potiguar Luís da Câmara Cascudo. Ela estava internada no hospital São Lucas devido a um tumor no esôfago e faleceu por volta das 16h.
Anna Maria Cascudo estava internada há aproximadamente um mês no hospital São Lucas, em Natal, onde fazia tratamento contra um tumor no esôfago. Hoje, no entanto, ela teve quadro de insuficiência respiratória. Anna era viúva, deixou três filhos e três netos.
O velório terá início às 9h desta sexta-feira (16), no cemitério Morada da Paz, em Emaús, e uma missa será celebrada às 14h no mesmo local. [Tribuna do Norte Leia mais]


--Foto: Rodrigo de Sena/TN.
Postado por AssessoRN - Jornalista Bosco Araújo no AssessoRN.com em 1/15/2015 10:08:00 PM
Nota: Uma grande perda para a cultura e a história da literatura potiguar.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

OS POBRES DE PARIS
Tomislav R. Femenick – Jornalista, historiador, mestre com extensão em sociologia.



A chacina realizada por fundamentalistas islâmicos que resultou na morte de cartunistas do jornal “Charlie Hebdo” e de policiais franceses chocou o mundo e nada, absolutamente nada, justifica esse ato terrorista. No entanto, há que se procurar as causas que fazem com que imigrantes do norte da África, e jovens descendentes desses imigrantes que moram na França, se rebelem e abracem a luta contra a democracia e a liberdade. Por julgar oportuno, republico uma crônica que integra meu livro “Conexões e reflexões sobre economia” (Jundiaí-SP, 2011), em que Celso Furtado analisa esse problema.

Cirilo, o Círio (com C mesmo, pois Círio é seu nome e Cirilo seu apelido, entre os amigos) era uma figura conhecida entre os professores de uma universidade paulista, aonde eu ministrava aulas. Embora não fosse professor, vivia na sala dos professores e, com o passar do tempo, se transformo no quebra-galho para problemas de toda natureza. Reconhecia firmas em cartórios, resolvia problemas no Detran, na Prefeitura, na Receita Federal e até desembaraçava mercadorias no aeroporto. Cobrava pouco, quase nada, pois não era formalmente um Despachante; era procurador. Um belo dia nos surpreendeu. Chegou na sala e soltou a notícia: “Adeus para todo mundo. Amanhã vou embora. Vou morar em Paris, com minha irmã. O marido dela, um francês, morreu e ela conseguiu uma autorização de permanência para mim”. Perdemos o nosso procurador-despachante.
Alguns poucos anos depois, quando eu estava fazendo pesquisa no Muséum National D’Histoire Naturelle, mas precisamente no Musée de l’Homme (Museu do Homem), na capital francesa, sou surpreendido por um abraço de Cirilo. Fomos tomar um café, ali mesmo na Place du Trocadéro. As suas notícias era boas. Ainda estava morando com a sua irmã, estava namorando uma francesa, ex-costureira da Maison Christian Dior. Mas, o mais importante era que sua irmã era amiga de Celso Furtado e, agora, ele era o quebra-galho (procurador) do mestre lá em Paris. Essa última parte despertou a minha atenção. Disse-lhe que tinha conhecido o Dr. Celso anos antes – aqui em Natal – e tínhamos participado de alguns eventos sobre economia, no Rio e em São Paulo. Cirilo, o Círio, pediu licença por uns minutos, se levantou e saiu. Instante depois voltou e disse-me; “Pronto. Está tudo resolvido. Vamos almoçar com le monsieur Furtado”. E fomos.
Foi uma conversação amigável, mais que um almoço – o mestre tinha se convertido à “nouvelle cuisine française” (muito sabor e pouca comida). Entre os assuntos desse bate-papo, surgiu o problema da imigração na França. A opinião de Celso Furtado era que, um dia qualquer, num futuro muito próximo, a situação de aparente calmaria iria explodir em uma comoção social. Isso por culpa das boas intenções política e social dos franceses, mas, principalmente, pelas restrições econômicas – e, em decorrência, também sociais – impostas aos emigrantes. Foi uma aula.
Sua tese (aqui reproduzida de memória e, portanto, sujeita a lapsos e erros) era que os franceses quando aceitam um emigrante querem fazer dele um francês. Dão-lhe os conceitos teóricos de liberdade, igualdade e fraternidade, mas em troca exigem que ele perca a sua identidade de origem, se esqueçam dos costumes, hábitos e crenças herdados dos seus antepassados. Dão a cidadania ou o direito de morar na França, mas não lhe dão condições econômicas iguais as que têm os franceses. A consequência é a degradação social do individuo. E o resultado disso é a formação de grupos de pessoas de baixa renda, que passam a ser discriminados pelos franceses tradicionais. Esses grupos se juntam e terminam formando aglomerados urbanos, cujos habitantes têm menos oportunidade de trabalho e quando trabalham ganham menos. Como era de se esperar, nesses lugares o índice de criminalidade é maior do que no resto do país. Então, os emigrantes são tratados como párias e criminosos, por uma parcela dos franceses.
O mestre tinha razão. Para os emigrantes liberdade, igualdade e fraternidade são meros conceitos teóricos. E agora Paris está em chamas.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Que Deus proteja Robinson Faria!

Que Deus proteja Robinson Faria!

Feliz 2015, governador Robinson Faria!
A sabedoria chinesa diz que “toda longa caminhada começa com o primeiro passo”.
Hoje, 1° de janeiro de 2015, o deputado Robinson Faria assume o governo do RN.
Uma longa caminhada a percorrer.
O primeiro passo dado.
Há razões para o povo norte-rio-grandense acreditar em seu novo governador.
Com certeza não haverá milagre, através da solução imediata dos graves problemas que desafiam os governantes.
A crença se justifica pela determinação e capacidade de luta demonstrados pelo governador Robinson Faria.
Ele ganhou uma campanha, tida como praticamente impossível de vencer.
Nunca no RN (e talvez no Brasil) armou-se um esquema político e econômico semelhante ao que foi armado pelo PMDB, PSB, PSDB e mais de 15 partidos, em torno de Henrique, governador; João Maia, vice; Vilma de Faria, senadora e seus suplentes; além das chapas proporcionais.
Não existiam dúvidas acerca da vitória dos candidatos majoritários.
Robinson era ridicularizado pelos adversários, como candidato de si mesmo.
A sua candidata ao senado, Fátima Bezerra, enfrentaria a ex-governadora Vilma de Faria, que em pesquisas (agora com DNA identificado) era apontada como imbatível e escolheria se assumiria o governo do estado, ou o senado.
Vilma era a absoluta certeza da vitória antecipada, segundo o “esquema” que se formou para respaldar a sua candidatura.
Após as urnas abertas comprovou-se que tudo era montado em areia movediça e movido a base de interesses subalternos camuflados.
Trazer Vilma novamente para junto de Henrique Alves foi valorizado pelo PMDB como um trabalho “agregador”, que garantiria a vitória nas urnas.
Valeu polpudas recompensas.
No processo em montagem, a certeza de sucesso era tamanha, que foram propositadamente excluídas pessoas e grupos, isolando-os e condenando-os ao desterro, desprezo e isolamento.
O objetivo era destruir e sepultar definitivamente na política local, quem não fosse ungido pela simpatia dos “agregadores”, escondidos no anonimato da maldade e da traição.
Henrique, José Agripino e Vilma de braços dados entusiasmaram de tal forma, que o presidente dos Democratas no RN usou a metáfora, de que subiria até em pé de coqueiro a fim de conseguir votos para a coligação.
No segundo turno, o mesmo líder Democrata em Mossoró pediu pelo “amor de Deus que o povo votasse em Henrique”.
Nada adiantou.
Fátima liquidou a fatura, com diferença de quase 200 mil votos.
No segundo turno, Robinson chegou perto dessa margem favorável ao seu nome.
Ficou provado que quando o povo quer, não há alternativa.
Para consagrar-se como governador será suficiente que Robinson aja de hoje em diante com a mesma “garra” e determinação, com que enfrentou a “barreira de aço” erguida para impedir que ele chegasse a eleição.
Que Deus proteja Robinson Faria e todos que com ele assumem hoje, 1, o comando administrativo do Rio Grande do Norte.