quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Será que antena da UFRN foi para o depósito de ferro velho ou para o lixo municipal?

Ainda há mistérios no sumiço da antena da radio-astronomia da UFRN? Decorridos quase 5 meses da sua derrubada e canibalizada para supostos catadores de lixo de Natal, o assunto está rendendo na imprensa escrita, ou melhor, na imprensa de papel. Quando muita gente pensava que assunto estava morto, eis que aparece duas notas na coluna "CENA URBANA", do jornalista Vicente Serejo, do Jornal de Hoje, edição de ontem, 28, página 13.
A primeira nota é "MISTÉRIO - I
Quem mandou desmontar a antena de dez metros de diâmetro instalada no Campus e que foi adquirida nos EUA para rastreamento de satélites sob a orientação dos professores do Departamento de Física?
A segunda nota - "VALOR - II 
Sua fixação foi montada sobre uma base de canhão para suportar o peso, mas mesmo assim alguém conseguiu desmontá-la. Teriam levado a antena para o depósito de ferro velho do Campus Universitário?".




domingo, 26 de outubro de 2014

Professor de física que assinou a derrubada da antena, há 6 anos foi solidário com a sua manutenção .


Houve comemoração de aniversário ao lado da antena do Laboratório da Ionosfera, em 2009, no Campus Central da UFRN. Na época, o professor Bonelli considerou que o problema da manutenção e reparos da antena estava resolvido pelos engenheiros da Universidade. Cinco anos depois, a antena foi para o beleléu. E mais, o professor Gilvan Luiz Borba aparece no meio de um grupo de cinco estudiosos e professores do então Departamento de Física da UFRN, numa singela e pacífica manifestação de apoio à conservação do principal instrumento de pesquisa da Universidade durante mais de 40 anos.
Leiam as opiniões sobre a antena de 10 metros de diâmetro, em dura alumínio, postadas no Facebook, na semana passada.
(12/09/2009) Meu aniversário comemorado no laboratório de análise da Ionosfera. Bonelli olha a antena. — com Enivaldo Bonelli e Sillas Silveira.

sábado, 25 de outubro de 2014

Conheça 5 campos de batalha do segundo turno

  • Há 2 horas
 
 
Os candidatos Dilma Rousseff e Aécio Neves
 
Dilma Rousseff e Aécio Neves vão travar no segundo turno um duelo que não terá somente valor numérico, mas carga simbólica
Os candidatos à Presidência Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) se enfrentam neste domingo em uma disputa que acentuou divisões no país.
As últimas pesquisas Datafolha e Ibope sugerem, respectivamente, uma vantagem de 6 a 8 pontos da petista sobre o tucano numa disputa em que ambos estiveram tecnicamente empatados na maior parte do tempo.
Alguns Estados se tornaram frentes de batalha especiais, pela importância em termos numéricos, divisão do eleitorado e valor simbólico. No primeiro turno, eles reverteram tendências históricas e, no domingo, podem apresentar novas surpresas.
Conheça os cinco principais "cabos de guerra" deste segundo turno.

São Paulo

Maior colégio eleitoral do Brasil, com quase 32 milhões de eleitores, São Paulo foi um dos Estados em que o PT teve desempenho ruim no primeiro turno. Aécio Neves obteve mais de 44% dos votos e Dilma teve pouco mais de 25%, ficando menos de um ponto percentual à frente de Marina Silva (PSB).



 Crise da água em São Paulo (Reuters)


Analistas dizem que crise da água em São Paulo pode afetar desempenho do tucano Aécio Neves no Estado, governado pelo PSDB há 20 anos

O resultado foi declarado como um símbolo da rejeição ao PT, já que São Paulo é o "berço espiritual" da legenda e de alguns de seus principais líderes, como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
São Paulo é também um dos redutos do PSDB - o partido governa o Estado há 20 anos e Geraldo Alckmin foi reeleito governador no primeiro turno.
Leia mais: Dilma vence 1o turno com menor votação desde Collor
No entanto, tucanos e petistas agora aguardam para ver o impacto que a crise da escassez de água - que "estourou" após a votação do primeiro turno - pode ter no duelo paulista.
Segundo levantamento Datafolha divulgado na última sexta-feira, Aécio tem uma liderança confortável no Estado, com 55% das intenções contra 34% de Dilma.

Rio de Janeiro

Com um colégio eleitoral de mais de 12 milhões de votantes, o Rio de Janeiro registrou fragmentação no primeiro turno: Dilma obteve 36% dos votos válidos, Marina 31% e Aécio 27%.
Leia mais: Equilíbrio inédito entre candidatos transforma Rio em campo de batalha
O histórico de votações no Estado favorece o PT nas disputas de segundo turno contra o PSD. Mas o alto índice de abstenções (31%) e o destino dos votos que foram para Marina no primeiro turno são pontos cruciais na disputa deste domingo.
Pesquisa Datafolha divulgada na sexta-feira apontou Dilma na frente, com 52% dos votos totais, contra 35% de Aécio.

Minas Gerais

 O segundo maior colégio eleitoral brasileiro foi uma das surpresas do primeiro turno das eleições.

 

 

 O ex-presidente Lula

 "Padrinho" político de Dilma, o ex-presidente Lula reforçou a campanha no segundo turno, apostando em seu ainda forte capital político

Visto como reduto de Aécio Neves, que foi governador por duas vezes e representa o Estado no Senado, Minas Gerais teve vitória de Dilma (43,4%) sobre Aécio (39,75%). Marina Silva ficou com 14% dos votos.
A associação de Aécio com Minas era uma esperança do PSDB para interromper uma série de três vitórias petistas no Estado.
Leia mais: PT ganha em Minas, mas pulverização marca eleições para Estados
De acordo com a última pesquisa Datafolha, no entanto, a disputa agora está equilibrada, com os dois candidatos tecnicamente empatados: Dilma tem 45% das intenções de voto e Aécio 44%.
A disputa apertada levou a uma intensificação dos esforços de campanha no segundo turno e esforços do candidato de se aproximarem do eleitorado local.
Foi em Belo Horizonte que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um dos comícios mais ácidos de sua investida a favor de Dilma.

Rio Grande do Sul

Com 8,3 milhões de votos, o Rio Grande do Sul deu a Dilma, que passou boa parte de sua vida no Estado, vitória no primeiro turno.
A vantagem da petista - que ficou com 43,21% dos votos na primeira fase - foi estreita, no entanto. Aécio obteve 41,42% e Marina 11,50%.
Leia mais: Rachado, PMDB será desafio para próximo presidente
Neste segundo turno, o PT também precisou concentrar forças no Estado em função da eleição para governador. Na disputa pelo governo gaúcho, o candidato do petista, Tarso Genro, aparece em grande desvantagem nas pesquisas de opinião, com 36% das intenções contra 53% do candidato José Ivo Sartori (PMDB) - que apoia Aécio Neves.

Pernambuco

Terra natal do ex-presidente Lula, Pernambuco foi o único Estado do nordeste que não deu vitória a Dilma Rousseff no primeiro turno. Lá, Marina Silva venceu a primeira fase com 48,05% dos votos. Dilma teve 44,2% e Aécio 5,92%.
"Conquistada" por Fernando Henrique Cardoso e o PSDB nas eleições de 1998, a Região Nordeste tem sido dominada pelo PT desde então
O resultado no colégio eleitoral de 5,6 milhões de eleitores, porém, foi atribuído à influência do ex-governador e presidenciável Eduardo Campos (PSB), morto num acidente de avião durante a campanha.
Leia mais: Na reta final, Lula 'ressurge' como trunfo para Dilma
Após o apoio declarado do PSB e da família de Campos a Aécio, a campanha de Dilma desembarcou com força no Estado, contando com a participação do próprio Lula. Resta saber quem conseguirá conquistar mais eleitores.

PSD de Kassab tenta vencer no Nordeste com nome aliado ao PT

Eleições 2014 Murilo Rodrigues Alves - O Estado de S. Paulo
24 Outubro 2014 | 23h 17

Partido colhe frutos com popularização de petista que coordena campanha de Robinson Faria e obtém mais espaço na região

JANY AMORIM/TRIBUNA DO NORTEFaria com a senadora eleita Fátima Bezerra
O PSD de Gilberto Kassab vislumbra na candidatura de Robinson Faria no Rio Grande do Norte sua chance de fincar os pés em um colégio eleitoral de tradição oligárquica no Nordeste. Com a vitória de apenas um governador no 1.º turno – Raimundo Colombo foi reeleito em Santa Catarina – o partido conseguiu desbancar o ex-favorito presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB), e é o mais cotado, segundo pesquisas, a vencer a disputa no Estado.
A campanha do PSD no Rio Grande do Norte teve como principal estratégia popularizar o partido criado pelo ex-prefeito de São Paulo a partir de uma roupagem social dada pelo PT. Nesse sentido, o papel de Fátima Bezerra, sindicalista ligada à educação, foi essencial.
A petista foi eleita senadora com 808 mil votos, mais que os recebidos pelos dois candidatos a governador – Alves teve 702 mil e Faria, 624 mil –, e seu resultado nas urnas se deveu à associação que fez do seu mandato como deputada federal à ampliação do ensino profissionalizante no Estado, com a construção de 21 unidades de escolas técnicas – até 2005, só existiam duas no Rio Grande do Norte.
Lula. Fátima assumiu a coordenação da campanha de Faria no 2.º turno e teve papel fundamental para que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva gravasse um vídeo de apoio ao candidato do PSD. A participação de Lula como principal cabo eleitoral de Faria irritou o presidente da Câmara e a cúpula do PMDB.
Fátima ainda aparece todos os dias nos programas afirmando que seus eleitores têm a “missão” de multiplicar os votos de Faria. “Conseguimos associar à campanha o sentimento popular que clama por renovação”, disse Fátima. O candidato do PSD fala em “política nova” contra “política velha”, embora tenha cumprido seis mandatos como deputado estadual e seja atualmente vice-governador. Antes do PSD, ele passou pelo PFL, PMDB e PMN.
“Fátima foi responsável por levar Robinson, até então um político sem tradição política em eleições majoritárias, ao 2.º turno”, diz o cientista político da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) José Antonio Spinelli. Para ele, a “aliança estratégica” de Henrique Alves, com 17 partidos, falhou ao deixar de lado o PT no nível estadual.
O deputado reeleito Fábio Faria (PSD), filho do candidato ao governo do Estado, diz que a presença de Fátima foi “fundamental” para que o pai chegasse ao 2.º turno. “Com ela na chapa, conseguimos adesão das pessoas que são contrárias ao continuísmo que Henrique representa”, disse. “Não basta ser presidente da Câmara e fazer acordos com os líderes políticos para ter sucesso nas urnas.”
Resultados. Na sua primeira eleição geral, o PSD, com apenas três anos, elegeu 37 deputados federais em 17 Estados, consolidando-se como a quarta maior legenda. Amazonas foi onde a sigla teve o melhor desempenho em relação às demais legendas – elegeu dois representantes para a Câmara, além do ex-governador Omar Aziz para o Senado. O segundo melhor desempenho foi em Santa Catarina, onde Colombo foi reeleito e três deputados vão estar no Congresso. Na Bahia, contará com quatro deputados, além do senador eleito Otto Alencar.
No 2.º turno, além do Rio Grande do Norte, o partido está em duas candidaturas favoritas: no Distrito Federal e no Rio Grande do Sul, com os candidatos a vice-governador Renato Santana, da chapa de Rodrigo Rollemberg (PSB), e José Paulo Cairolli, de José Ivo Sartori (PMDB).
Eleições 2014
23/10/2014

Cresce número de pessoas com alergias

A Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou o alerta: nas últimas décadas cresceu em mais de 30% o número de pessoas com alergias respiratórias. O percentual de crescimento é semelhante entre os brasileiros. Apesar de as pessoas muitas vezes não darem a devida importância ao problema, ele deve ser levado a sério.
A rinite, caracterizada por espirros, coriza, obstrução e coceiras no nariz, está entre as alergias mais frequentes. A asma, que causa tosse, chiado e falta de ar, é outro tipo de alergia recorrente. Nos dois casos, os órgãos mais afetados são nariz e pulmão. Também é comum haver ressecamento da pele.
O que é?
As alergias são reações do corpo a determinados germes, chamados alérgenos. Entre os principais agentes estão poeira, ácaros, fungos e pelos de animais domésticos. A variação de temperatura no dia a dia também pode facilitar o aparecimento das alergias.
“As alterações climáticas agem como um fator de irritação para os pacientes alérgicos, causando mais crises, principalmente nos casos de alergias respiratórias, como asma, bronquite e rinite”, explica a médica alergologista e otorrinolaringologista Cristiane Passos Dias Levy, do Hospital Paulista, em São Paulo.
Apesar de aparentemente simples, a alergia deve ser acompanhada por médicos especialistas para que haja um tratamento preventivo, que evite as crises. Para afastar os riscos de crises alérgicas, as pessoas que têm o problema devem adotar alguns hábitos, como ingerir bastante líquido para garantir a hidratação do corpo, manter os ambientes arejados e ensolarados e evitar permanecer em ambientes fechados.
A limpeza dos cômodos, móveis e objetos da casa, com uso de pano úmido, também é essencial para evitar o avanço das reações alérgicas. Se possível, outra boa dica é evitar ter em casa objetos como bichos de pelúcia, almofadas, tapetes e carpetes, que acumulam poeira. Travesseiros e colchões devem ser equipados com capas antiácaros.
A médica Flávia Janólio, presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai) no Rio de Janeiro, reforça a necessidade de acompanhamento médico, mas também destaca que alguns hábitos simples podem ser o estopim para uma nova crise. O tipo mais comum de alergia, segundo ela, é a rinite – ou seja, inflamação e irritação do nariz.
“A crise pode ocorrer quando a pessoa vai arrumar um armário, mexer em um arquivo ou trocar roupa de cama. Também é comum que ocorra a crise depois de uma mudança no tempo. A crise pode ser identificada por espirros, coriza, obstrução e coceira no nariz”, explica Flávia.
Segundo a médica, é comum que as crises alérgicas sejam confundidas com resfriados, já que os sintomas são semelhantes. Entretanto, com uma diferença: não há coceira. As gripes, por outro lado, são diferentes: causam mal-estar, dor no corpo e febre.
“Cerca de 30% das pessoas em todo o mundo têm rinite alérgica. Esse número é bastante considerável. E a rinite normalmente acontece quando há outras patologias alérgicas. É difícil ter asma sem ter rinite, dermatite sem ter rinite. Porém, a rinite pode aparecer isoladamente, sem qualquer outra patologia”, complementa.



Comentário de Ana Maria Cortez:
 OI gente

ESTE CONTO abaixo jà é bem conhecido

e falta outro, como impedir os polens das flores na primavera??!!
Adoro as flores e o polem quem traz é o vento, e, do vento precisamos.

Então fechemos nossos narizes ! rzrzrzrzrz!!!!!!!!!!!!!!!
de ana maria cortez


sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Novo governo, velhos problemas.



Novo governo, velhos problemas
Tomislav R. Femenick – Contador, Mestre em Economia e Historiador.

O próximo presidente da República, ele ou ela, terá muitos, imensuráveis, problemas pela frente. Convenhamos, não é fácil administrar um país com tantas diversidades como o nosso. Somos complicados, como complicados são os países com extensão que mais parecem continentes. A nossa terra tem regiões com características totalmente diferentes. A exuberância da floresta amazônica contrasta com o raquitismo da caatinga nordestina; as noites frias do inverno de Santa Catarina e das serras gaúchas são um contraponto para o calor escaldante de Cuiabá e do Piauí, no período de verão; às vezes temos, ao mesmo tempo, seca no Nordeste e em São Paulo e enchentes no Norte e Centro Oeste.
Se assim é nossa geografia, mais complicada ainda é nossa composição como nação. Tomemos como exemplos o matuto nordestino e o caipira mineiro ou paulista. Ambos têm em comum o viver no campo, a pouca instrução, o recato social e a desconfiança para com os moradores das cidades. No entanto suas personalidades, se analisadas de perto, evidenciam mais diferenças que igualdade. O matuto é mais extrovertido, canta emboladas, dança maracatu e se comunica pela poesia dos cordéis. O caipira é reservado, introvertido e só se faz ver pela música cantada em duplas.
É... não é tarefa para principiantes governar toda essa terra e toda essa gente.
Não bastassem os problemas naturais – a formação da terra e do povo brasileiros –, há o descontrole dos atos governamentais que criam entraves ao desenvolvimento. A agricultura produz alimentos e grãos, mas não tem como escoar sua produção. Faltam estradas, trens e portos, que são poucos. A indústria sofre com esse mesmo caos viário, com a concorrência dos importados subsidiados em seus países de origem, os tributos em cascata, as altas taxas de juros, a burocracia estafante, o desinteresse dos burocratas e a enxurrada regulatória que cria jabuticabas artificiais (coisas que só existem no Brasil): a tomada de três pinos, a cópia autenticada e o reconhecimento de firma.
Nas bastasse tudo isso, vivemos o ressurgimento da inflação, que corroí os salários e o valor das mercadorias se não reajustadas; resultado, alta dos preços. Nesse cenário é difícil produzir, crescer e fazer o desenvolvimento.
Todas essas excentricidades e a excessiva interferência governamental têm reflexo direto na economia e geram os “pibinhos” ridículos e ameaça de déficit na balança comercial, com reflexo na balança de pagamento. Temos, ainda, gargalos fiscais, tributários, creditícios, fundiários, comerciais, tecnológicos, trabalhistas, previdenciários, financeiros, ambientais e organizacionais, ente outros.
O futuro presidente – o novo ou a que continuará, não importa quem – terá que enfrentar tudo isso e mais o inevitável reajuste dos preços dos derivados de petróleo, da energia elétrica, das matérias-primas e dos produtos de consumo importados, o que afetará o poder de compra dos trabalhadores e da classe média.
Junte-se a isso a imobilidade dos governos de todos os níveis. Obras se iniciam e param. Em todo o país há centenas de esqueletos de hospitais cujas construções foram paralisadas. As obras de ferrovias, de portos, da transposição do Rio São Francisco, das refinarias de petróleo, anunciadas com estardalhaço, andam com passos de cágados ou foram abandonadas; muitas nem saíram do papel. O ressurgimento da indústria naval foi abortado, a indústria automobilística dá férias coletivas, lança mão de “bancos de horas”; no geral o setor já desempregou milhares de operários. No campo há as invasões, as frustrações de safra, a evasão de mão de obra, os altos custos dos fertilizantes e dos defensivos.
Essa será a herança que receberá o novo governante dos brasileiros.