quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Elas estão gordinhas demais.

Mais da metade da população brasileira tem excesso de peso
 
Pesquisa revela que 51% da população brasileira está acima do peso. Em 2006, percentual era de 43%. Homens são maioria, 54%. Nas mulheres, o índice chega a 48%
 
Dados inéditos do Ministério da Saúde revelam que, pela primeira vez, o percentual de pessoas com excesso de peso supera mais da metade da população brasileira. A pesquisa Vigitel 2012 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) mostra que 51% da população (acima de 18 anos) está acima do peso ideal. Em 2006, o índice era de 43%.Entre os homens, o excesso de peso atinge 54% e entre as mulheres, 48%. [Portal Saúde > Saiba mais]
 
Os índices no RN
 
No RN, na capital o excesso de peso ultrapassa a média nacional, com 52,2%, e do total, 54,9% dos homens e a metade para as mulheres. Já para os dados de obesidade, Natal ficou com 21,2%, sendo os homens com quase 20% e as mulheres 22,3%.
 
Peso Saudável
 
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Postado por AssessoRN - Jornalista Bosco Araújo no AssessoRN.com em 8/28/2013 06:53:00 PM

Resposta rápida

Debate sobre os médicos me dá vergonha

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O perfil dos médicos cubanos é o seguinte: em geral, eles têm mais de uma década de formados, passaram por missões em outros países, fizeram residência, parte deles ( 20%) cursaram mestrado e 40% obtiveram mais que uma especialização.



Para quem está preocupado com o cidadão e não apenas com a corporação, a pergunta essencial é: essa formação é suficiente?


Aproveito essa pergunta para apontar o que vejo como uma absurda incoerência - uma incoerência pouca conhecida da população - de dirigentes de associações médicas. Um dos dirigentes, aliás, disse publicamente que um médico brasileiro não deveria prestar socorro (veja só) se um paciente for vítima de um médico estrangeiro. Deixa morrer. Bela ética.



Provas têm demonstrado que uma boa parte dos alunos formados nos cursos de medicina no Brasil não está apta a exercer a profissão. Não vou aqui discutir de quem é a culpa, se da escola ou do aluno. Até porque para a eventual vítima tanto faz.



Mesmo sendo reprovados nos testes, os estudantes ganham autorização para trabalhar.



Por que essas mesmas associações, tão furiosas em atacar médicos estrangeiros, não fazem barulho para denunciar alunos comprovadamente despreparados?



A resposta encontra-se na moléstia do corporativismo.



Se os brasileiros querem tanto essas vagas por que não se candidataram?



Será que preferem que o pobre se dane apenas para que um outro médico não possa trabalhar?
Sinceramente, sinto vergonha por médicos que agem colocando a vida de um paciente abaixo de seus interesses.





Gilberto DimensteinGilberto Dimenstein ganhou os principais prêmios destinados a jornalistas e escritores. Integra uma incubadora de projetos de Harvard (Advanced Leadership Initiative). Desenvolve o Catraca Livre, eleito o melhor blog de cidadania em língua portuguesa pela Deutsche Welle. É morador da Vila Madalena.


Nota

Esse jornalista é contra tudo e contra todos do PT


terça-feira, 27 de agosto de 2013

Major da PM é baleado na calçada de casa após reagir assalto

Publicação: 27 de Agosto de 2013 às 20:15

Tribuna do Norte

O major da Polícia Militar Eduardo Franco foi baleado na noite dessa terça-feira (27) na sua casa no bairro de Capim Macio. Ele estava regando o jardim de sua casa e, quando saiu para a calçada foi abordado por assaltantes. O policial reagiu e foi atingido por vários tiros, sendo que um deles atingiu as costas do major.

Ainda consciente, ele foi levado ao Pronto Socorro Clóvis Sarinho para realizar a cirurgia de remoção do projétil. Ele deverá ser transferido para o Hospital da Polícia Militar.

O oficial está lotado na Corregedoria da Polícia Militar.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Calote de terceirizada do BB atinge trabalhadores.

Acesse a Unidade Bancária do RN. www.unidadebancaria.com.br e participe da Campanha Nacional da Categoria. Nesta segunda tem negociação para discutir remuneração com os bancos, Rio Grande do Norte tem maior aumento de ataques a bancos, não houve avanço na negociação com BNB, CUT reforça convocação para retirada da PL 4330, na CEF  tem negociação dia 29, BB é cobrado a apresentar propostas de saúde e condições, calote de terceirizada no BB atinge trabalhadores em Dourados,  e veja  outras informações.
  

Natal, 26 de agosto de 2013

Saudações Sindicais

Unidade Bancária do RN-CUT.

domingo, 25 de agosto de 2013

Cuidado com a saúde. Evitem produtos alimentícios artesanais não confiáveis.



Farinha, pão e canjica, além de uma gama de produtos vendidos nas  padarias, restaurantes e lojas de conveniências, que estão "batizados" com produtos químicos prejudiciais à saúde. Isso é antigo em Natal, no Brasil e no mundo inteiro. Mas é bom prevenirmos contra as doenças oportunistas que nos atacam quando estamos com as defesas baixas.
Então, é bom saber que a farinha amarela (farinha sempre foi branca) que está sendo vendida nos supermercados e padarias e largamente usadas nos churrasquinhos "morre em pé" ou sentado, tem essa coloração devido a mistura de tartrazina, um produto que pode causar problemas na visão e/ou cegueira. Você já viu uma casa de farinha? Se não viu, procure uma casa de farinha e verá que ela é branquinha, pura. A solução para não se contaminar e adoecer é evitar a farinha amarela. Está no rótulo da embalagem plástica: este produto pode causar danos à saúde. Motivo: a danada da Tartrazina.
O pão é contaminado há muitas décadas pelo bromato de potássio, importado do Paraguai e que chega aqui com o nome de "óleo emulsificante", isto é, com o produto que faz inchar o pão e aparentar densidade, mas se quebra horas depois que você compra nas padarias. Bromato é canceroso, dizem os médicos, mas....mas....
E a canjica "sabor do sertão"? Não tem nada de sertão. Você já provou as canjicas que são vendidas em Candelária? São de péssima qualidade. A canjica é para ter coloração amarela, cor aproximada da cor da canela. Se estiver quase branca, encorpada, é sinal de que tem maizena, um fermento muito usado em papas para crianças: não tem proteína, mas engorda. Então, esses "produtores artesanais" empurram "maizena" no tacho ou na panela para ganhar tempo na elaboração da canjica de milho. Para eles, é melhor jogar o fermento do que engrossar a canjica com a colher de pau, mexendo, mexendo até engrossar a calda de milho, açúcar, sal e leite. Onde já se viu colocar manteiga em canjica? Só quem não sabe fazer canjica pura e natural. Aliás, colocando açúcar na canjica, ela deixa de ser natural porque o açúcar branco é resultado da mistura da calda de cana, cal virgem e soda cáustica. Leite de côco pode causar azia. Duvida? Então, faça um teste. Coma peixe cozido, tapioca e canjica, diariamente, com leite de côco. Depois, vá ao médico e peça a sua opinião.
Em Candelária, há duas padarias que revendem canjicas artesanais: a Bomfim, na av. Prudente de Morais, e a São Miguel,na av. da Integração. Leia os rótulos dos produtos artesanais que elas vendem. "Não contém glúten", está impresso. Ora, se tem maizena (denominação popular do fermento) tem farinha de trigo. E o glúten é proveniente de produtos originados do trigo (pães, bolachas, bolos, etc)

sábado, 24 de agosto de 2013

O debate sobre os médicos estrangeiros: QUEM QUER IR PARA CIDADES DO INTERIOR?

ISTOÉ COLUNISTAS

Paulo Moreira Leite
Diretor da Sucursal da ISTOÉ em Brasília, é autor de "A Outra História do Mensalão". Foi correspondente em Paris e Washington e ocupou postos de direção na VEJA e na Época. Também escreveu "A Mulher que Era o Outro General da Casa".

Em vez Havana?

O debate sobre a chegada de médicos cubanos é vergonhoso.


Do ponto de vista da saúde pública, temos um quadro conhecido. Faltam médicos em milhares de cidades brasileiras, nenhum doutor formado no país tem interesse em trabalhar nesses lugares pobres, distantes, sem charme algum – nem aqueles que se formam em universidades públicas sentem algum impulso ético de retribuir alguma coisa ao país que lhes deu ensino, formação e futuro de graça. 



Respeitando o direito individual de cada pessoa resolver seu destino, o governo Dilma decidiu procurar médicos estrangeiros. Não poderia haver atitude mais democrática, com respeito às decisões de cada cidadão. 

O Ministério da Saúde conseguiu atrair médicos de Portugal, Espanha, Argentina, Uruguai. Mas continua pouco. Então, o governo resolveu fazer o que já havia anunciado: trazer médicos de Cuba. 

Como era de prever, a reação já começou.

E como eu sempre disse neste espaço, o conservadorismo brasileiro não consegue esconder sua submissão aos compromissos nostálgicos da Guerra Fria, base de um anticomunismo primitivo no plano ideológico e selvagem no plano dos métodos. É uma turma que se formou nesta escola, transmitiu a herança de pai para filho e para netos. Formou jovens despreparados para a realidade do país, embora tenham grande intimidade com Londres e Nova York. 

Hoje, eles repetem o passado como se estivessem falando de algo que tem futuro. 

Foi em nome desse anticomunismo que o país enfrentou 21 anos de treva da ditadura. E é em nome dele, mais uma vez, que se procura boicotar a chegada dos médicos cubanos com o argumento de que o Brasil estará ajudando a sobrevivência do regime de Fidel Castro. Os jornais, no pré-64, eram boicotados pelas grandes agencias de publicidade norte-americanas caso recusassem a pressão americana favorável à expulsão de Cuba da OEA. Juarez Bahia, que dirigiu o Correio da Manhã, já contou isso. 

Vamos combinar uma coisa. Se for para reduzir economia à política, cabe perguntar a quem adora mercadorias baratas da China Comunista: qual o efeito de ampliar o comércio entre os dois países? Por algum critério – político, geopolítico, estético, patético – qual país e qual regime podem criar problemas para o Brasil, no médio, curto ou longo prazo?

Sejamos sérios. Não sou nem nunca fui um fã incondicional do regime de Fidel. Já escrevi sobre suas falhas e imperfeições. Mas sei reconhecer que sua vitória marcou uma derrota do império norte-americano e compreendo sua importância como afirmação da soberania na América Latina.

Creio que os problemas dos cidadãos cubanos, que são reais, devem ser resolvidos por eles mesmos.

Como alguém já lembrou: se for para falar em causas humanitárias para proibir a entrada de médicos cubanos, por que aceitar milhares de bolivianos que hoje tocam pedaços inteiros da mais chique indústria de confecção do país? 

Denunciar o governo cubano de terceirizar seus médicos é apenas ridículo, num momento em que uma parcela do empresariado brasileiro quer uma carona na CLT e liberar a terceirização em todos os ramos da economia. Neste aspecto, temos a farsa dentro da farsa. Quem é radicalmente a favor da terceirização dos assalariados brasileiros quer impedir a chegada, em massa, de terceirizados cubanos. Dizem que são escravos e, é claro, vamos ver como são os trabalhadores nas fazendas de seus amigos. 

Falar em democracia é um truque velho demais. Não custa lembrar que se fez isso em 64, com apoio dos mesmos jornais que 49 anos depois condenam a chegada dos cubanos, erguendo o argumento absurdo de que eles virão fazer doutrinação revolucionária por aqui. Será que esse povo não lê jornais? 

Fidel Castro ainda tinha barbas escuras quando parou de falar em revolução. E seu irmão está fazendo reformas que seriam pura heresia há cinco anos.

O problema, nós sabemos, não é este. É material e mental. 

Nossos conservadores não acharam um novo marqueteiro para arrumar seu discurso para os dias de hoje. São contra os médicos cubanos, mas oferecem o que? Médicos do Sírio Libanês, do Einstein, do Santa Catarina? 

Não. Oferecem a morte sem necessidade, as pragas bíblicas. Por isso não têm propostas alternativas nem sugestões que possam ser discutidas. Nem se preocupam. Ficam irresponsavelmente mudos. É criminoso. Querem deixar tudo como está. Seus médicos seguem ganhando o que podem e cada vez mais. Está bem. Mas por que impedir quem não querem receber nem atender? 

Sem alternativa, os pobres e muito pobres serão empurrados para grandes arapucas de saúde. Jamais serão atendidos, nem examinados. Mas deixarão seu pouco e suado dinheiro nos cofres de tratantes sem escrúpulos. 

Em seu mundo ideal, tudo permanece igual ao que era antes. Mas não. Vivemos tempos em que os mais pobres e menos protegidos não aceitam sua condição como uma condenação eterna, com a qual devem se conformar em silêncio. Lutam, brigam, participam. E conseguem vitórias, como todas as estatísticas de todos os pesquisadores reconhecem. Os médicos, apenas, não são a maravilha curativa. Mas representam um passo, uma chance para quem não tem nenhuma. Por isso são tão importantes para quem não tem o número daquele doutor com formação internacional no celular.

O problema real é que a turma de cima não suporta qualquer melhoria que os debaixo possam conquistar. Receberam o Bolsa Família como se fosse um programa de corrupção dos mais humildes. Anunciaram que as leis trabalhistas eram um entrave ao crescimento econômico e tiveram de engolir a maior recuperação da carteira de trabalho de nossa história. Não precisamos de outros exemplos. 

Em 2013, estão recebendo um primeiro projeto de melhoria na saúde pública em anos com a mesma raiva, o mesmo egoísmo. 

Temem que o Brasil esteja mudando, para se tornar um país capaz de deixar o atraso maior, insuportável, para trás. O risco é mesmo este: a poeira da história, aquele avanço que, lento, incompleto, com progressos e recuos, deixa o pior cada vez mais distante. 

É por essa razão, só por essa, que se tenta impedir a chegada dos médicos cubanos e se tentará impedir qualquer melhoria numa área em que a vida e a morte se encontram o tempo inteiro. 

Essa presença será boa para o povo. Como já foi útil em outros momentos do Brasil, quando médicos cubanos foram trazidos com autorização de José Serra, ministro da Saúde do governo de FHC, e ninguém falou que eles iriam preparar uma guerrilha comunista. Graças aos médicos cubanos, a saúde pública da Venezuela tornou-se uma das melhores do continente, informa a Organização Mundial de Saúde. Também foram úteis em Cuba. 


Os inimigos dessas iniciativas temem qualquer progresso. Sabem que os médicos cubanos irão para o lugar onde a morte não encontra obstáculo, onde a doença leva quem poderia ser salvo com uma aspirina, um cobertor, um copo de água com açúcar. Por isso incomodam tanto. Só oferecem ameaça a quem nada tem a oferecer aos brasileiros além de seu egoísmo.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Rua Santa Cecília está perigosa.

A Rua Santa Cecília, em Candelária, era uma das artérias mais perigosas de Candelária, por causa dos assaltos. Agora é perigosas em dobro, em virtude do tráfego intenso de veículos, horários diurnos, e pela falta de educação de trânsito de muitos motoristas amadores e profissionais. No final da manhã de ontem, 22, observamos várias manobras perigosas, principalmente as mudanças de direção à esquerda, dos condutores de veículos em direção à rua São José, além de trafegar sem manter distância. Numa dessas manobras à esquerda, por volta de 12h 40 min, a vítima era um motociclista que foi obrigado a freiar bruscamente para evitar uma colisão traseira com o carro que entrou na rua Santa Marta, sem os devidos cuidados. O motociclista bateu de "raspão" no carro, caiu no asfalto e sofreu ferimentos leves nos braços, além de danos na moto. O condutor do carro desistiu de evadir-se e retornou ao local, consertando parcialmente o pedal da ignição.
A foto é rua Santa Cecília, com os pontos comerciais fechados, após os assaltos de fins de 2012. Hoje, a área está muito transitada por veículos de médios e grandes portes, sem sinalização vertical, o asfalto em estado precário, mas o comércio bastante movimentado. E quando aparecem os motoristas "bebuns", parando no meio da rua e querendo estacionar na calçada, aí o quadro fica perigoso, além das manobras dos "amostrados" que passam com velocidades excessivas e ficam olhando à esquerda para verem se estão olhando para eles.São os amostrados bregas, dizem.
Segundo o dono do Bar de Cid, os acidentes se tornaram rotinas. Não é a fome, mas falta de educação e de respeito.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Levaram os tapumes do terreno onde a OAB pretende edificar sede própria em Candelária.

 
Ninguém sabe , ninguém viu? Pois é, levaram quase todos os tapumes do terreno onde Ordem dos Advogados do Brasil, seccional do RN, pretende construir a sua sede,na rua Barão de Serra Branca, em Candelária. Ninguém sabe os motivos da destruição. Protesto? Contra o prédio que valorizará a àrea sul do conjunto residencial? Ou foi para utilizar os tapumes como proteção de estabelecimentos comerciais nos dias de manifestações passadas e futuras? As quadras permanecem intactas, o matagal crescendo. E o espaço aberto está sendo utilizado para quê? E de noite? Hum, só se for para a "esquadrilha da fumaça" . Acho que não. A foto foi feita hoje, 15.08.13, por volta de 8h30m.Posted by Picasa

quarta-feira, 14 de agosto de 2013


A gratidão da Maçonaria

Publicação: 14 de Agosto de 2013 às 00:00
Tribuna do Norte/ Natal.

Ticiano Duarte.
Na semana passada, terça feira dia 06 do corrente mês, a Loja Maçônica “Bartolomeu Fagundes” realizou uma sessão magna para comemorar o transcurso dos seus 49 anos de sua fundação. A convite de sua diretoria, tive a honra de ser o interprete dos seus filiados, falando sobre a sua história e dos maçons que ajudaram e contribuíram para a sua longa e gloriosa caminhada. Na oportunidade, houve um momento de gratidão, ao governo do estado, na pessoa da governadora Rosalba Ciarlini, dos seus auxiliares, Miguel Josino, Magna Letícia e José Marcelo que colaboraram na solução do impasse de regularização do terreno em que está construído o seu Templo, onde por mais de 30 anos funcionou uma escola de ensino fundamental, atendendo a população infantil do bairro do Tirol.

As minhas palavras foram, também, de homenagem ao grande líder maçônico, Armando de Lima Fagundes, um dos seus fundadores e veneráveis, por mais de 08 anos, em diversos mandatos, quando comandou a luta pela construção da sede própria, do Templo, da Escola, que tem o nome do seu pai, Bartolomeu Fagundes, um dos grandes expoentes da maçonaria nordestina que segurou uma bandeira primeiramente desfraldada pelo avô, o vigário Bartolomeu, o memorável sacerdote, político e maçom, que fez história pelo gesto desassombrado e autêntico, no episódio da Questão Religiosa. Este é um episódio histórico que não pode ser contado em pouco espaço de jornal e que está registrado em livros, entre os quais se destacam os do professor Antônio Fagundes e do saudoso irmão, José Coutinho Madruga.

Na síntese que fiz sobre o trabalho maçônico de Armando, do bisavô, do avô, Emídio Fagundes, do pai acima mencionado, falei que maçonaria se faz com muito amor, desprendimento, renúncia, tolerância e humildade. Lembrei as palavras de Paulo, apóstolo, quando se referia ao amor verdadeiro. Dizia ele: “Ainda que eu fale a língua dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa, ou como o címbolo que retine. Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência, ainda que eu tenha tamanha fé ao ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei. E ainda que eu distribua todos os meus bens e ainda que eu entregue o próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará”. E Paulo conclui seu belíssimo ensinamento ao afirmar que o amor não se alegra com a injustiça, mas se regozija com a verdade.

Depois de falar sobre as figuras que fundaram a Loja Bartolomeu Fagundes e de agradecer ao trabalho dos deputados Ricardo Motta e Walter Alves na batalha pela solução da legalização do terreno onde está construída sua sede, os quais abriram as portas para que chegássemos à audiência com a governadora do estado e depois com a ajuda substancial para aprovação, na Assembleia Legislativa, do projeto de lei enviado pelo Poder Executivo, em tempo recorde, falei sobre a união dos maçons, do seu significado para o engrandecimento do trabalho maçônico e da difusão dos seus ideais de liberdade, igualdade e fraternidade. Disse que a nossa Confederação Maçônica do Brasil, COMAB, tem na sua bandeira, estandarte uma legenda de muita significação-Ut omnes unum sint-que todos sejam um só, como exaltação à união. A interpretação, segundo os maçonólogos, é que a vida é importante e geradora dos melhores frutos ao vivermos em união, que todos sejam um só.

Relembrei o grande tribuno, Padre Vieira que ao falar sobre a união, dissera entre outras coisas que toda a Vida (ainda das coisas que não têm Vida) não é mais que uma União. Até o homem (cuja vida consiste na união de corpo e alma), com a união é homem, sem a união é cadáver.

Citei o poeta, ao dizer quer Armando, aos 95 anos, ainda pode evocar as lições de vida de seu pai: Sangue do meu Sangue, boca do meu pão, água que te dou mata minha sede.  O mundo te espera: é tua pirâmide. Ergue a tua mão no dia magnético. Ergue a tua mão para a continência que és não só meu praça, também meu soldado. Meu filho varão”. 

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Banca da Praça ainda está fechada.

A Banca da Praça continua fechada nesta 3ª semana, ao lado da capela de Candelária (Praça Padre Vilela), por causa das agressões sofridas pelo sr. José Carvalho. Foram dois assaltantes numa motocicleta que espancaram "seu Zé", tomaram o cordão de ouro de 18 quilates e o deixaram no chão com fraturas num braço e no fêmur. Uma mulher foi quem viu a vítima na calçada e deu o alarme, mais ou menos às 14 horas, quando passavam vários carrões conduzidos por pessoas que "nã estavam nem aí", segundo informações. Propositadamente, esta foto corta a metade da banca e sorveteria improvisada de "Deca sorvetes".

domingo, 11 de agosto de 2013

As amantes de Getúlio

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Um sujeito prepotente, egoísta, que nutria um grande apreço por si próprio e, ao mesmo tempo, um desprezo total por outras pessoas – inclusive amigos. A frieza que pontuou a trajetória do ex-presidente Getúlio Vargas (1882–1954) foi quebrada por uma única pessoa, teoricamente bem mais inofensiva do que a imprensa livre ou qualquer outro adversário que cruzou o seu caminho. Aimeé Lopes, uma paranaense elegante e culta, que viajava com frequência para a Europa e dominava seis idiomas, entrou na vida de Vargas em 17 de abril de 1937. O presidente – que completara bodas de prata ao lado de dona Darcy, casada com ele desde os 15 anos – não resistiu ao charme de Aimeé, esposa de seu amigo e oficial de gabinete Luiz Simões Lopes, que mais adiante viria a presidir a Fundação Getúlio Vargas por quase cinco décadas. Naquela data, o homem mais poderoso do País escreveria em seu diário a primeira de cerca de 20 citações que fez à amante: “Ocorrência sentimental de transbordante alegria”. Mais: dizia-se “um homem no declínio da vida... banhado por um raio de sol”. No livro “Os Tempos de Getúlio Vargas” (Topbooks), o escritor soteropolitano José Carlos Mello não só crava o romance que corria a boca pequena como deixa claro que Aimeé feriu o coração de Vargas. “Aimeé não o amou. Na sua juventude tinha fascínio por ser amante da autoridade máxima do País”, diz o autor, 69 anos, que há 20 pesquisa a vida do gaúcho de São Borja. “Ela não queria se casar, ter filhos, pretendia uma vida livre não compatível com a sociedade da época.” Mello se debruçou por três anos sobre as 1.257 páginas do diário do “pai dos pobres” com o intuito de apresentar uma história mais verdadeira do que ficcional sobre Vargas.
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"Virgínia Lane não foi além de uma companhia
para o político, que beirava os 70 anos"

José Carlos Mello, escritor

O trunfo de seu livro, não menos caudaloso (600 páginas), é detalhar a faceta menos discutida do estadista, especialmente a sua vida íntima e o seu leque de amantes. Mulherengo, o todo-poderoso líder gaúcho contava com os préstimos do amigo Iedo Fiúza, que foi prefeito de Petrópolis, para dar as suas escapadas. “Fiúza sabia onde estavam os melhores endereços para trazer calma ao presidente, conhecia as mais discretas garçonnières da cidade”, escreve o autor. E não foram poucos os episódios de infidelidade. Os “amores mercenários”, como Vargas se referia às amantes, provocavam ciúme em sua esposa. As saídas dele com Fiúza aconteciam à noite ou mesmo no meio da tarde. O pretexto mais frequente: inspeção a obras rodoviárias. “Não imagino a esposa do presidente indo além de um chilique com o marido. Ele a mandaria de volta a São Borja, se ela passasse dos limites”, diz Mello sobre Darcy, que assistiu ao casamento definhar e se resumir a partidas de dominó e pingue-pongue.

Nos três últimos anos de vida, Vargas remediava o marasmo de seu matrimônio falido nos braços da atriz Virgínia Lane ou, nas palavras dele, “a vedete do Brasil”, cujas pernas eram uma mania nacional. “Ela não foi além de uma companhia para o político, que beirava os 70 anos naquela época”, diz Mello. Os encontros do casal aconteciam no apartamento de Virgínia, em Copacabana.

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"Ocorrência sentimental de transbordante alegria. (sou) um
homem no declínio da vida... banhado por um raio de sol"

Getúlio Vargas, em seu diário, sobre o início da relação com Aimeé Lopes

O presidente entrava de carro pela garagem e o condutor, um tenente, o aguardava. Para a atriz, que irá completar 92 anos este mês, Vargas foi um grande amor que a estimulou a estudar direito. Na avaliação de Mello, contudo, Aimeé, que morreu aos 104 anos, em 2006, merece o título de grande paixão do presidente. Juntos, os dois cavalgavam e caçavam em bosques. Trocavam olhares provocativos em eventos. O romance atravessou os anos 1937 e 1938 e terminou por iniciativa da paranaense, que optou por se divorciar do marido e abandonar o amante. Não era uma mulher de vínculos.

Sem a “bem-amada”, como Vargas se referia a ela, até mesmo os amores mercenários deixaram de encantá-lo. Assim Vargas registrou para a posteridade a importância de Aimeé: “Vou a uma visita galante. Saio um tanto decepcionado. Não tem o encanto das anteriores. Foi-se o meu amor, e nada se lhe pode aproximar.” Seu coração parara de bater muito antes que ele atirasse contra o próprio peito e colocasse fim à vida em 1954.

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CASAMENTO
Darcy Vargas sentia ciúme dos “amores mercenários” do marido:
partidas de dominó e pingue-pongue foram o que restou da

sábado, 10 de agosto de 2013

MUNDO

Obama toma ofensiva e promete reformar agência de segurança dos EUA

Diante da falta de confiança dos americanos e da pressão internacional, presidente admite estudar mudanças no serviço de vigilância. Obama diz ainda que relação com a Rússia deve ser ajustada.
Nos últimos dias, o presidente americano, Barack Obama, parecia um tanto quanto atordoado com os últimos acontecimentos internos e o andamento da política externa dos Estados Unidos. Pouco antes de sair para as férias de verão, no entanto, ele aparentemente quis voltar a assumir a ofensiva. Tanto que, para a entrevista coletiva concedida na Casa Branca nesta sexta-feira (09/08), escolheu dois temas polêmicos e de grande importância, não só para os norte-americanos, mas também para seus aliados.
Um deles foi o programa de vigilância da Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos, que tem gerado acalorados debates na Europa e que preocupado cada vez mais os americanos. Outro ponto abordado pelo presidente foi a tensa relação com a Rússia. O entendimento entre os dois países parece ter atingido seu ponto mais baixo, depois de Obama cancelar o encontro, programado para setembro, com o presidente russo, Vladimir Putin.
Chefes de diplomacia Lavrov (e) e Kerry se encontraram após cancelamento da visita de Obama a Putin
Numa ironia histórica, o informante Edward Snowden tem papel significativo em assuntos abordados pelo presidente. Ao denunciar o sistemático esquema de espionagem implementado por Washington, o ex-agente da NSA deixou a gestão Obama em uma situação embaraçosa. Depois de fugir dos Estados Unidos, Snowden conseguiu ganhar asilo na Rússia por um ano. E este foi, justamente, o principal motivo que fez o presidente americano cancelar o encontro com Putin.
Obama mencionou rapidamente owhistleblower na coletiva, ao dizer "não acredito que o Sr. Snowden seja um patriota". Pela primeira vez, porém, o presidente admitiu que as mudanças recém-anunciadas para a NSA não seriam adotadas tão rapidamente, se não fossem as denúncias feitas por Snowden.
"Nós nos encontramos numa situação bastante paradoxal", avaliou Cory Welt, vice-diretor do Instituto de Estudos Europeus, Russos e Eurasianos na Universidade George Washington, em entrevista à Deutsche Welle. "Snowden está sendo procurado por acusações criminais e, ao mesmo tempo, vemos uma administração que reconhece que as ações dele a incentivaram a revisar algumas de suas políticas."
Mais controle, mais confiança
Com o anúncio de mais transparência e controle sobre a NSA e a introdução de uma comissão independente de especialistas, tudo leva a crer que Obama quer recuperar a confiança da população. De acordo com pesquisas de opinião recentes, mais da metade dos norte-americanos não confia mais no presidente e suspeita que os dados coletados não são usados apenas para combater o terrorismo.
Para Mark Jacobsen, do think tank German Marshall Fund, o presidente responde às preocupações da população e de seus aliados, ao falar sobre a extensão dos programas de vigilância e dizer que haverá maior controle, mas não prometeu mudanças concretas.
"O que o presidente está tentando, é dar respostas às preocupações tanto da opinião pública americana quanto de nossos aliados. Não escutei nada sobre reduzir ou limitar os programas de inteligência". Mesmo com Obama anunciando, diante de jornalistas, uma "nova era" para os serviços de inteligência, Jacobsen alerta para que interpretar as palavras do presidente como uma grande reforma nessa área seria um erro.
Nova era do gelo russo-americana
Enquanto o Partido Democrata aprova o novo rumo nos programas de vigilância do governo, a oposição republicana acusa o presidente de dar apoio insuficiente a esses programas. Já no que diz respeito às relações com a Rússia, porém, os dois partidos estão alinhados.
Sede da NSA em Maryland: Obama falou em "nova era" para serviços de informação
O presidente norte-americano anunciou que haverá um longo período de silêncio entre os dois países, a partir de agora. "Provavelmente será apropriado nós fazermos agora uma pausa, reavaliar qual o caminho que a Rússia está tomando, quais são os nossos principais interesses e ajustar a relação", declarou.
Apesar de afirmar que tem uma boa relação pessoal com Putin, o episódio deixou óbvia a frustração e impaciência do presidente diante de conflitos não solucionados, como os envolvendo a Síria e também o Irã. "Seus comentários praticamente sugeriram que o cancelamento desse encontro era inevitável", avalia Cory Welt. "Mas ele também ressaltou que existe uma agenda comum de interesses dos dois países que deve ser trabalhada".
Segundo Welt, o encontro entre os chefes das pastas do Exterior e da Defesa dos dois países – ocorrido apenas dois dias após o anúncio do cancelamento da reunião em Moscou – foi um sinal importante. "Tenho certeza que os russos ficaram tentados a cancelar esse encontro", disse Welt, "e a linguagem corporal dos ministros mostrou que foi uma reunião bem tensa".
Nada de boicote
O encontro emitiu o mesmo sinal dado por Obama durante a coletiva: os americanos querem trabalhar de maneira construtiva com os russos, apesar de todas as diferenças, e não pretendem deixar que a relação se desintegre.
Asilo da Rússia a Edward Snowden é principal ponto de atrito com os Estados Unidos
Essa intenção também fica clara na recusa do presidente – pelo menos até o momento e apesar da pressão do Congresso americano neste sentido – de boicotar as Olimpíadas de Inverno de 2014, a se realizarem na cidade russa de Sóchi.
O jornal Washington Post avaliou o cancelamento do encontro em Moscou como uma decisão tática. Porém a longo prazo, a relação só poderá funcionar se houver estímulo dos níveis mais altos. O periódico comenta, ainda, que Washington deveria transmitir uma mensagem clara sobre direitos humanos e democracia, especialmente frente aos recentes ataques contra homossexuais na Rússia.
Embaixadas reabertas
Durante a entrevista na Casa Branca, Obama também declarou que a Al Qaeda continua sendo uma ameaça aos EUA e à segurança internacional. Apesar dessa preocupação norte-americana com o terrorismo islâmico, o Departamento de Estado anunciou neste domingo que serão reabertos praticamente todos os 19 consulados e embaixadas no Oriente Médio e Norte da África, fechados ao longo da semana. A exceção é a embaixada de Sanaa, no Iêmen, onde a preocupação é maior, devido á influência da Al Qaeda no país.
O consulado americano em Lahore, Paquistão, que havia fechado as portas na última quinta-feira, também permanecerá sem atendimento ao público por tempo indeterminado. A medida do governo dos EUA veio em reação ao aumento de ameaças de ataques terroristas, com a proximidade do dia 11 de setembro.

DW.DE


quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Banca da Praça continua fechada.

O dono da Banca da Praça, José Carvalho, continua convalescendo das agressões sofridas por assaltantes-motoqueiros durante assalto ocorrido no cruzamento da rua Beatriz Ramalho com uma rua s/nome. O assalto ocorreu há 15 dias, tendo sr Zeca fraturado um braço e um femur, em consequências de suposta reação que levaram o seu cordão de ouro e celular . Até ontem, a banca, situada na praça Padre Vilela, permanecia fechada.Ele foi socorrido por uma mulher que passava no local onde a vítima estava caída na calçada e retornou para avisar a família dele, na rua Henrique de Coimbra. As pessoas que passavam de carros ou não viram ou se recusaram a prestar socorros. 

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Um médico para nós.

Achei o MEU MÉDICO !!!
medico



Dr. Paulo Ubiratan, de Porto Alegre, RS, em entrevista a uma TV local,foi questionado sobre vários conselhos que sempre nos são dados...
Veja abaixo um resumo desta entrevista;

Pergunta: Exercícios cardiovasculares prolongam a vida, é verdade?

Resposta: O seu coração foi feito para bater por uma quantidade de vezes e só... não desperdice essas batidas em exercícios. Tudo gasta-se eventualmente. Acelerar seu coração não vai fazer você viver mais: isso é como dizer que você pode prolongar a vida do seu carro dirigindo mais depressa. Quer viver mais? Tire uma soneca !!!

P: Devo cortar a carne vermelha e comer mais frutas e vegetais?

R: Você precisa entender a logística da eficiência... .O que a vaca come? Feno e milho. O que é isso? Vegetal. Então um bife nada mais é do que um mecanismo eficiente de colocar vegetais no seu sistema. Precisa de grãos? Coma frango.


P:Devo reduzir o consumo de álcool?

R: De jeito nenhum. Vinho é feito de fruta. Brandy é um vinho destilado, o que significa que, eles tiram a água da fruta de modo que vc tire maior proveito dela.
Cerveja também é feita de grãos. Pode entornar!

P: Quais são as vantagens de um programa regular de exercícios?

R: Minha filosofia é: Se não tem dor...tá bom!


P: Frituras são prejudiciais?

R: VOCÊ NÃO ESTÁ ME ESCUTANDO?? ... Hoje em dia a comida é frita em óleo vegetal. Na verdade ficam impregnadas de óleo vegetal. Como pode mais vegetal ser prejudicial para você?


P: Flexões ajudam a reduzir a gordura?
 
R: Absolutamente não! Exercitar um músculo faz apenas com que ele aumente de tamanho.

P: Chocolate faz mal?

R:Tá maluco?  Cacau!!!! Outro vegetal!! É uma comida boa pra se ficar feliz !!!


E lembre-se: A vida não deve ser uma viagem para o túmulo, com a intenção de chegar lá são e salvo
, com um corpo atraente e bem preservado. (boa!)
Melhor enfiar o pé na jaca - Cerveja em uma mão - tira gosto na outra - muito sexo e um corpo completamente gasto, totalmente usado, gritando: VALEU !!! QUE VIAGEM!!!
===========


em tempo:
 SE CAMINHAR FOSSE SAUDÁVEL O CARTEIRO SERIA IMORTAL...!
BALEIA NADA O DIA INTEIRO, SÓ COME PEIXE, SÓ BEBE ÁGUA E É GORDA....!



LEMBRANDO:

COELHO  CORRE, PULA E  VIVE 15 ANOS, TARTARUGA NÃO CORRE NÃO FAZ ABSOLUTAMENTE NADA E
VIVE 450 ANOS !!!!

"Se você não encontrar sua metade da laranjanão desanime, procure sua metade do limão, adicione açúcar,  pinga e gelo e vá ser feliz!"
 

domingo, 4 de agosto de 2013

04/08/2013 - 02h36

Líder da Anistia Internacional defende fusão das polícias civil e militar no Brasil


 
RAFAEL GREGORIO
DE SÃO PAULO
UOL
Secretário-geral da AI (Anistia Internacional) desde 2009, Salil Shetty, 52, não tem dúvidas: a polícia militar deveria ser extinta no Brasil, dando lugar a forças unificadas em um modelo civil. "O excesso de força é frequente, documentamos há anos casos de tortura e de execuções. O país precisa discutir que tipo de segurança quer."
Ex-diretor da Campanha do Milênio, projeto da ONU para países em desenvolvimento, o economista indiano não evitou divididas em uma hora de conversa telefônica.
Falando de Londres, ele apresentou posições da entidade -uma das mais respeitadas no mundo- sobre maioridade penal, espionagem de governos, golpe no Egito e a relação entre internet e direitos humanos.
Shetty criticou o governo brasileiro pelo que vê como omissão frente à guerra na Síria, onde embates entre governo e rebeldes já mataram mais de 100 mil pessoas, segundo a ONU, e deixaram 1,4 milhão de refugiados: "Rússia e China usaram o silêncio de Brasil, Índia e África do Sul [no Conselho de Segurança]" e "Dilma deveria apoiar a denúncia da Síria ao Tribunal Penal Internacional".
Ele chega ao Brasil nesta segunda-feira para visitar Brasília, São Paulo, comunidades indígenas na região norte e Rio de Janeiro, onde a AI abriu escritório em 2011.
*
Como analisar as mais de 130 mortes de jornalistas em 2012 no mundo, cinco no Brasil?
A maioria dos ataques não são isolados, dizem respeito a um problema maior de segurança pública e de Estado de direito. No Brasil, as vítimas haviam denunciado questões de terra, corrupção e violação de direitos humanos. Não são quaisquer jornalistas. A presidente [Dilma Rousseff] criou um grupo de trabalho, o que é um sinal positivo, mas você sabe como essas coisas são; comitês nascem, mas poucas medidas são tomadas.
A situação é melhor nos EUA e na Europa?
São países com histórias mais longevas de liberdade de expressão. Muitas nações na América Latina são ditaduras recentes com dificuldades em lidar com a imprensa livre. Além disso, há a fragilidade dos blogueiros, caso de três dos profissionais mortos no país. A grande mídia tem mais proteção que os meios alternativos.
Há algumas semanas, a polícia do Rio de Janeiro prendeu profissionais que transmitiam um protesto ao vivo por "perturbação da ação policial". Falta compreensão sobre o que é o jornalismo hoje?
Provavelmente, mas isso também se liga ao desafio do país sobre como sua polícia funciona. O excesso de força é frequente. A Anistia Internacional vem documentando há anos casos de tortura e de execuções. Não tenho dúvidas de que as polícias civil e militar deveriam se fundir em uma só, e a ONU já sugeriu há anos que a polícia militar brasileira fosse extinta.
Como a internet age na proteção de direitos humanos?
Não devemos menosprezar a internet, mas o verdadeiro fenômeno, principalmente nos países em desenvolvimento, são os telefones celulares. É difícil quantificar o impacto que têm em prevenir violações de direitos humanos pela documentação.
O exemplo da Síria é ótimo: há 30 anos, o pai de Bashar al-Assad fez em Hama o mesmo que ele está fazendo agora. Porém, na época, ninguém soube. Agora, assim que os ataques começam já há fotos e vídeos na internet. Não há mais onde esconder.
Por outro lado, essas mesmas ferramentas são usadas por governos poderosos e companhias de internet para vigiar o que se fala e se faz.
Falando em Síria, qual a maior preocupação hoje no país?
O mais urgente é abrir acesso. Quase 25% do povo está ou deslocado dentro da Síria ou fora. O número de refugiados já passa de 1,4 milhão e leva problemas graves especialmente à Jordânia. A Anistia Internacional já denunciou os crimes de guerra cometidos pelas forças do governo e a situação se mantém. De tempos para cá, os rebeldes também praticaram tortura, detenções incomunicáveis, enfim, todo o menu de violações clássicas. O cenário lá é muito bem documentado, mas ainda assim vai de mal a pior. Em nossa geração, nunca vimos caso tão grave. É nossa responsabilidade.
Do Brasil também?
Com certeza. O país passou a criticar violações de direitos humanos em âmbito internacional, um sinal positivo. Apoiou moções contra o Irã e a Coreia do Norte, falou sobre a Líbia, teve papel importante em resolução sobre direitos de orientação sexual e ganhou proeminência na Comissão de Direitos Humanos da ONU. Porém, reluta em denunciar a Síria ao Tribunal Penal Internacional (ICC, na sigla em inglês). Por quê?
A comissão de inquérito sobre a Síria é presidida por um brasileiro, Paulo Sérgio Pinheiro, e ele fez forte apelo pela denunciação do país. Precisamos de uma verificação independente sobre o que os dois lados estão fazendo.
Em nossa opinião, o Brasil deveria tomar uma atitude. Sua população tem laços com o Oriente Médio. Denunciar a Síria ao ICC é uma das poucas soluções que temos agora para pôr fim às violações de direitos humanos no país.
Uma intervenção militar pode ser solução?
Não tomamos posição oficial sobre ações militares. Mas digo-lhe que para aumentar o número de armas no país, você precisa ter certeza absoluta de que quem receber essa munição não irá utilizá-la para violar direitos humanos. E, francamente, é difícil acreditar nisso hoje. A região é densamente povoada e é difícil distinguir instalações civis e militares. Sentimos que há outras maneiras de endereçar esse problema, entre elas soluções políticas, como as que a Liga Árabe ou a ONU sugeriram.
Há base jurídica para isso?
A "responsabilidade de proteger", também conhecida por "R2P", que surgiu na conferência da ONU de 2005, determina que a ação militar é o último recurso. Para nós, isso não está acontecendo. Rússia e China bloquearam ações na Síria no Conselho de Segurança em 2012. O Brasil estava [era membro rotativo], mas não se manifestou. Eles usaram esse silêncio e o de Índia e África do Sul.
Qual sua opinião sobre por quê o Brasil não se posiciona?
Se você encontrar a presidente Dilma, pergunte-a! Por que está calada? Não posso responder em seu nome. Os países ocidentais têm diferentes pesos e medidas. Querem proteger sua soberania e, por isso, assumem tom não intervencionista. Porém, nesse imbróglio teórico, pessoas estão sofrendo e morrendo.
Como vê a questão do Egito?
O fato de que o presidente deposto [Mohammed Mursi] está preso em um lugar desconhecido e incomunicável é um exemplo de uso desproporcional da força, algo que se tornou recorrente desde que os militares assumiram.
É uma situação paradoxal: durante 30 anos, Hosni Mubarak reprimiu a Irmandade Muçulmana. Eles finalmente chegaram ao poder e, agora, voltam ao ponto original. Isso não significa que não cometeram excessos, mas um erro não justifica o outro.
As ruas pediram um golpe?
Existem muitos atores e é difícil entender de quem são, de verdade, quais demandas.
Eu apoio a expressão popular, mas, independentemente de advir das ruas, do Exército ou de um governo eleito, quem quer que esteja no poder tem a obrigação de respeitar direitos humanos.
Visitamos campos médicos depois que o Exército matou 51 islamitas e não há dúvidas de que foi um ato criminoso contra um protesto pacífico.
Dilma Rousseff disse que a espionagem de governos é violação de direitos humanos.
Concordo. Trata-se de um contexto amplo, ligado a Bradley Manning [soldado dos EUA que vazou documentos] e Julian Assange [jornalista, fundador do site WikiLeaks].
Após a intitulada "guerra ao terror", os EUA e outros países sentiram-se no direito de violar acordos internacionais, o que resvala na tortura na prisão de Guantánamo e no monitoramento da CIA.
Estivemos com [Edward] Snowden quando ele reuniu ativistas em Moscou. Nossa posição é clara: se ele vazou violações de direitos humanos, está protegido graças aos direitos de informação e à liberdade de expressão. Além disso, tem direito ao asilo, como todos, e é nítido que os EUA têm dificuldade em dar um julgamento justo. Sei que há uma delegação brasileira indo aos EUA em breve. Ela deveria bater nessa tecla.
E você acha que os EUA vão respeitar seu direito de viajar?
Claramente não, dada a interceptação do avião do presidente [Evo] Morales. Eles estão fazendo de tudo para impedi-lo, inclusive agir totalmente fora da lei.
Você acredita que a Anistia Internacional seja vigiada?
Ficaria surpreso se não. [risos] Todos amam a gente. Os chineses, os americanos... Mas tudo bem, não temos nada a esconder. Acreditamos na transparência.
Nos últimos tempos, crimes praticados por jovens levantaram clamores por redução da maioridade. Qual sua visão?
Somos contra qualquer redução da maioridade criminal. O Brasil é signatário da Convenção de Haia sobre direitos das crianças, sua Constituição confirma isso e o ministro da Justiça já se manifestou contrariamente. Se você analisar as provas, os homicídios praticados por menores são casos pontuais, não há uma onda. É preciso ter calma e ponderar as experiências internacionais.
Como será sua visita ao Brasil?
Solicitamos um encontro com a presidente e vamos encontrar o chanceler [Antonio Patriota] e autoridades, além de visitar comunidades indígenas no norte. Temos muitos parceiros locais na defesa dos direitos humanos, principalmente desde que abrimos escritório no Rio de Janeiro.
Vemos um largo número de brasileiros, a nova classe média, que não se veem como nacionais, mas como cidadãos do mundo. Torcemos por isso. O Brasil tem muito a contribuir no cenário global.

Cai mais um "gênio" da riqueza rápida e fácil.

Pirâmide »Fundador da Priples já acumulava patrimônio de R$ 71 milhões, segundo delegadoForam cumpridos seis mandados de busca e apreensão e dois de prisão
  • Diário de Pernambuco

Publicação: 03/08/2013 13:51 Atualização: 03/08/2013 21:48

O delegado Carlos Couto informou que cumpriu dois mandados de prisão e seis de busca e apreensão de bens expedidos. Foto: Julio Jacobina/DP/D.A Press
O delegado Carlos Couto informou que cumpriu dois mandados de prisão e seis de busca e apreensão de bens expedidos. Foto: Julio Jacobina/DP/D.A Press
Mais uma mentira sustentada pela promessa de lucro fácil e rápido pela internet, que resultou numa fortuna de R$ 71 milhões distribuída em contas bancárias, carros de luxo e imóveis para seus donos. Este foi o saldo apresentado pela polícia neste sábado (3), com a prisão do empresário Henrique Maciel Carmo de Lima, 27 anos, fundador do site Priples. A empresa pernambucana - que, ironicamente, atua desde o dia 1º de abril - é mais uma dentre tantas investigadas por auferir lucros através de pirâmide financeira, operação que é considerada crime no Brasil desde 1951. 

A estimativa sobre o meteórico patrimônio construído por Henrique Maciel é do delegado Carlos Couto, um dos responsáveis pela operação que culminou na prisão do suspeito e de sua mulher, a enfermeira Mirele Pacheco de Freitas, de 22 anos, na residência do casal, na Imbiribeira. Ao todo, foram cumpridos dois mandados de prisão e seis de busca e apreensão de bens expedidos pela juíza da 9ª Vara Criminal do Recife, Sandra Beltrão. 

"Esses valores não são suficientes para pagar a todos os associados da Priples", afirmou o delegado. No momento da prisão, que ocorreu na residência do casal, na Imbiribeira, a polícia encontrou US$ 300 mil em espécie. No local, havia também três carros de luxo e um quadriciclo.

Um dos carros apreendidos pela equipe de polícia. Foto: Julio Jacobina/DP/D.A Press
Um dos carros apreendidos pela equipe de polícia. Foto: Julio Jacobina/DP/D.A Press
O negócio consistia numa proposta simples: os cadastrados respondiam perguntas de conhecimentos gerais pelo site, em troca da promessa de remuneração de 2% ao dia durante um ano. Sendo assim, o lucro da empresa viria do cadastramento de pessoas, e não da comercialização de produtos ou serviços. A polícia recebeu queixas contra a Priples sobre o não pagamento dos rendimentos no dia previsto. Há também denúncias dos usuários por não conseguirem localizar a sede física da empresa.

Em depoimento prestado à polícia em julho, Henrique Maciel chegou a afirmar que a empresa não prometia ganhos financeiros, e sim, crédito de publicidade digital.

Prejuízo
Victor Farias disse que investiu R$ 500 na Priples no início do ano e não recebeu qualquer retorno financeiro até hoje. Na época, a ideia foi tentadora e determinou a aplicação de tudo o que ele tinha, mesmo estando desempregado. “Eu só via o pessoal mostrando as faturas com o dinheiro na conta. Quando chegou minha vez, nada de dinheiro na conta. Até me disseram pra entrar no site e conferir se os dados bancários estavam corretos, mas estava tudo certo. Até  a pontuação que eu fiz por responder aos questionários eram zerados e eu não tinha direito a nada. Era  tudo o que eu tinha, estava desempregado. Isso não existe”, reclama.


sábado, 3 de agosto de 2013

A luz foi 'parada' por um minuto.


Cientistas alemães realizam feito inédito ao 'parar' luz por um minuto

Do UOL, em São Paulo


Um experimento realizado por pesquisadores da Universidade de Darmstadt, na Alemanha, conseguiu o que membros da comunidade científica vêm definindo como um marco na física: paralisar por um minuto inteiro a luz, notória por viajar à velocidade de 300 milhões de metros por segundo. Isso significa que foi possível parar o fenômeno mais rápido do Universo.
A proeza inédita é destaque desta semana no conceituado periódico especializado em física, o Phisycal Review Letters. Segundo sua divulgação, o feito poderia "garantir que comunicações quânticas ocorressem em longas distâncias".
Redes de comunicação quântica podem transmitir dados em altíssima velocidade, de forma ultrassegura e com largura de banda muito superior à que é usada hoje no mundo, o que revolucionaria a forma como a sociedade se comunica.
A conquista dos pesquisadores ocorre pouco tempo após outra pesquisa, realizada no início do ano, ter conseguido paralisar a luz por 16 segundos. A primeira tentativa bem-sucedida de "parar" a velocidade da luz havia ocorrido em 2001, por apenas uma fração de segundo.
"Um minuto é extremamente longo e isso é um marco", definiu Thomas Krauss, da Universidade inglesa de St Andrews.
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Fenômenos físicos 'desviam' luz e deixam objetos invisíveis15 fotos

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Cientistas australianos criaram dois novos trajes que deixam surfistas e mergulhadores "invisíveis" aos olhos dos tubarões. O modelo "Ellude" (azul, à direita) camufla os banhistas na água, enquanto o traje "Diverter", que imita o padrão de listras das raias, simula os sinais naturais que repelem os tubarões (listrado, à esquerda) Leia maisShark Attack Mitigation Systems
Laser em cristal
O experimento consistiu no disparo de um laser na direção de um cristal opaco, que enviou seus átomos a um estado quântico de superposição. Segundo a equipe de George Heinze, isso fez os cristais ficarem transparentes a uma estreita porção de frequências.
Na sequência, os cientistas iluminaram o cristal com um segundo feixe, desligando o primeiro e, consequentemente, anulando a transparência dos átomos - o tempo de armazenamento da luz tem relação direta com a superposição permitida pelo cristal.
A partir disso, o grupo usou um algoritmo para "cruzar" combinações magnéticas e de laser, atingindo uma que lhes permitiu "parar" a luz por um minuto.