quarta-feira, 30 de maio de 2012

A agradável Candelária.


Candelária

Poema de Oscar Siqueira *
Natal/RN, agosto/1983.

Seu visual aprazível e sereno
De clima excelente e ameno
Candelária é bairro famoso
Orgulho-me  se a ele pertenço
Com seu espaço físico imenso
Onde tem tranquilo repouso!

As praças possuem atrações
Despertando maiores atenções
Seus arvoredos frondosos!
Saltitando seguem os pardais
Traduzindo belezas gerais!

Santos eucaliptos perfumados
São diariamente procurados
Expelindo um forte olor!
Entre conjuntos aprimorados
Há crescentes prédios edificados
Completando formato e primor!

Nos alegres momentos noturnos
Modificando instantes diversos
Buscando noitadas de festas!
Hoje a tristeza – chega a alegria
Ambiente que nos contagia
Mil coações em serestas!

Cenário de melhor aparência
Muito prazer – é vivência
Entre saudades e emoção
Esse espaço nos conduz
Bairro do sol – da terra da luz
Envolve qualquer coração!

Candelária – tu és agradável
Desfrutas um ambiente saudável
De uma forma tão genial!
Nascida de uma nobreza
Crescida na própria natureza
Orgulhosa  cidade Natal!

Oscar Siqueira, serventuário da Justiça Estadual, já falecido, foi compositor e um dos fundadores da Federação Carnavalesca de Natal. Residiu na rua Jerônimo Câmara. Cópia gentilmente cedida pelo seu filho, Oscar, aposentado do Banco do Nordeste.

Política
Edição de quarta-feira, 30 de maio de 2012 
MPE processa Wilma de Faria e ex-prefeito
De acordo com o MPE, a ex-governadora, Nilton Figueiredo e um suplente de deputado fizeram propaganda antecipada


Ao lado do ex-prefeito de Pau dos Ferros, Wilma teria participado de comício. Foto: Fábio Cortez/DN/D.A Press
A ex-governadora Wilma Maria de Faria, o ex-prefeito de Pau dos Ferros, Francisco Nilton Pascoal de Figueiredo Faria e o suplente de deputado estadual Pio X Fernandes foram denunciados à Justiça Eleitoral por propaganda antecipada. A representação foi feita pelo promotor Rodrigo Pessoa de Morais, da Promotoria Eleitoral da 40ª Zona contra os três políticos, acusados de terem promovido a candidatura de Figueiredo à prefeitura de Pau dos Ferros durante. A propaganda eleitoral teria ocirrido durante o 15º Nilton Folia, em comemoração ao aniversário do ex-prefeito.

A representação do Ministério Público Eleitoral teve como base uma filmagem em que consta a cobertura de todo o evento. "Através da filmagem, é possível identificar a utilização de um trio elétrico com locutor, a toda hora fazendo elogios a Nilton Figueiredo". Segundo o MPE, os políticos desfilaram em carro aberto, juntamente com diversas lideranças da região, sendo seguidos pela população nas ruas da cidade. "Também fica claro", diz o MPE, "que o evento contou com discurso dos três políticos, em apoio ao pretenso candidato. Em seguida, houve show com bandas".

Ainda de acordo com a representação, em um dos trechos da filmagem Wilma de Faria afirma: : "vamos à vitória e parabéns Nilton". A promotoria ainda afirma que "o discurso de Pio X Fernandes também possui explícito caráter eleitoral". A representação enfatiza, ainda, que a fala de Nilton Figueiredo teve nítida intenção de angariar votos, visando uma futura candidatura. A gravação demonstra que, antes de o ex-prefeito iniciar a fala, o locutor conclama a população a gritar o nome dele, sendo seguido por intensa queima de fogos.

O MP eleitoral quer que os três políticos sejam obrigados judicialmente a pagar multa de até R$ 25 mil, em virtude da divulgação da pré-campanha de Nilton Figueiredo antes do período permitido por lei. 
Fonte: Diário de Natal. 30.05.2012.


segunda-feira, 28 de maio de 2012

Joaquim Úrsula faleceu ontem.

Corpo de Joaquim Úrsula será sepultado em São João do Sabugi hoje

Publicação: 28 de Maio de 2012 às 09:37

O corpo do odontólogo Joaquim de Assis Úrsula será sepultado no final da tarde desta segunda-feira (28), em São João do Sabugi. Joaquim Úrsula morreu aos 72 anos de idade na tarde de domingo (27), em Natal.

De acordo com familiares, o velório acontece na manhã desta segunda, no cemitério Morada da Paz, em Parnamirim. O corpo segue para São João onde também ficará exposto para visitação pública até o fim do dia, quando acontece missa de corpo presente e sepultamento.

Ele faleceu por volta das 18h desse domingo, em Natal de parada cardiorrespiratória. Esteve internado em dezembro de 2011, inclusive com problemas respiratórios. Era casado com Maria do Socorro Medeiros.

Joaquim Úrsula, foi candidato a prefeito de São João do Sabugi, em 1978 e perdeu por um voto de diferença, depois foi candidato e perdeu para Anibal Pereira, atual prefeito da cidade. Ele também tentou se eleger deputado estadual, não conseguindo, porém ficou na suplência. Foi assessor de Aluísio Alves, quando este era ministro de Minas e Energia.

Por muitos anos, exerceu a profissão como odontólogo em Brasília e em São João, quando passava férias.

Deixou seis filhos, sendo duas advogadas, duas jornalistas, um engenheiro que atualmente trabalha como auditor fiscal da Prefeitura de Natal, e outra tralhando em Brasília no Senado Federal.

* Fonte: Blog de Sidney Silva
Nota: Aluisio Alves foi Ministro da Administração e  da Integração Nacional.

Carro da PM sem gasolina?

Panorama Político - Blog de Anna Ruth informou hoje o seguinte:

28 de maio de 2012 às 13:47
Notícia do blog de Carlos Santos:
“Na passagem da governadora Rosalba Ciarlini (DEM) na tarde de sexta-feira por Baraúna, uma cena insólita passou despercebida à maioria dos circunstantes. Mas, é retrato da realidade da gestão estadual.
Um veículo da Polícia Militar que serve ao município de Baraúna terminou parado à margem da estrada, quando participava de escolta à governante, porque faltou gasolina.
Com a ajuda de um popular, um dos policiais saiu em busca de combustível. Com dinheiro do próprio bolso, ele irrigou o tanque do veículo, para pelo menos fazê-lo sair do lugar até à cidade”.
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Comentário: Por que não divulgaram no mesmo dia? Hum....  Ou Carlos Santos está fazendo campanha política contra a Governadora? 

Quatro pessoas morrem em acidente na rodovia BR-304

Publicação: 28 de Maio de 2012 às 08:46
Fonte:Tribuna do Norte

Marco Carvalho - repórter

Quatro pessoas morreram após um acidente registrado na rodovia BR-304, na altura do município de Assú, a cerca de 200 quilômetros de Natal. A colisão envolveu três veículos e deixou ainda outros três feridos, sendo um de forma grave. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente ocorreu no final da manhã deste domingo (27), por falta de atenção que resultou em uma colisão traseira. Ainda não há informações que possam esclarecer o que motivou a batida.

Davison Soares da Silva Nobre, 24 anos, Maria Bethania Faustino da Silva, 41 anos, Marina Rilary Faustino da Silva, 18 anos, morreram após a colisão. Além deles, um bebê de nove meses identificado como Nicolas Kelviny da Silva Pereira também não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Todos se encontravam no veículo modelo Renault Logan, de placas MZK-8984.

O condutor do veículo modelo Pajero, de placas KIJ-9855, Cleiton Fernandes de Farias, 44 anos, foi atendido emergencialmente por médicos e encontra-se em estado grave. Outras duas pessoas ficaram feridas levemente.  Um terceiro veículo modelo Monza de placas HVA-4858 também se envolveu na colisão, mas seu condutor e passageiros não ficaram feridos.

De acordo com informações do inspetor Roberto Palhano, do Núcleo de Comunicação Social da PRF, ainda não há detalhes da motivação do acidente. "Ainda não sabemos o que aconteceu. Provavelmente, os carros estavam em alta velocidade e algo provocou uma frenagem brusca. Alguns dos veículos certamente não guardou a distância de segurança necessária", disse.

sábado, 26 de maio de 2012

Feira Ecológica funciona na manhã de hoje.

A feira com produtos ecológicos já está funcionando, hoje, 26, ao lado da Praça Cívica do Campus da UFRN, ao lado da marginal da BR.101, onde os produtores e artesãos se encontram com os seus clientes, nãosomente para vender, mas, ainda, para mostrar as suas qualidades. Hortaliças, verduras,frutas da época, raízes e outros produtos cultivados sem agrotóxicos, assim como o mel de abelha do apicultor Paulo Palhano, comsiderado o melhor mel de abelha do Nordeste. Por isso, o litro de mel custa 120 reais. Vá lá para conferir tudo o que se vende na feira ecológica (aberta até às 10 horas, todos os sábados), inclusive as garrafadas artesanais de sr. Laércio Severiano, destinadas a múltiplos tratamentos de saúde ou para simples prevenções de doenças de homens e mulheres. Tudo o que você pensar em anti-inflamatórios, problemas de ovários, próstata, uretra, etc. 
Também há munguzá, cuscuz, café com leite, pães integrais e pastéis novinhos. A senhora do munguzá tem preços baixissimos. Ouça as piadas do sr. Laércio e os seus produtos afrodisíacos que levantam aquilo que está lá embaixo. Você está entendendo, não é? Então, aproveite. Tem nim, noni, etc.

O ministro Garibaldi Alves Filho conversou muito com sr. Laércio, em recente exposição realizada na UFRN.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Acusado de trambique preso em agência do Banco do Brasil.

Agentes da Polícia Civil prenderam na tarde desta sexta-feira (25) o acusado de crimes de estelionato João Maria Medeiros de Andrade, de 52 anos.  João Maria tentava sacar cerca de R$ 22 mil reais na agência do Banco do Brasil de Lagoa Nova, na avenida Capitão Mor Gouveia, hoje, quando recebeu voz de prisão.

De acordo com as primeiras informações fornecidas pelas Delegacia Especializada em Falsificações e Defraudações (DEFD), os policiais receberam a informação de que João Maria estaria na agência bancária, foram até o local, e, em seguida, efetuaram a prisão dele.

Após a prisão, o acusado foi encaminhado para a DEFD, onde ele deverá ser autuado em flagrante delito.

CNJ aperta o cêrco?

Cidades
Edição de sexta-feira, 25 de maio de 2012 
CNJ apura denúncia contra 5 desembargadores
O processo no Conselho Nacional de Justiça tramita sob segredo de justiça e omite os nomes dos investigados
Paulo Nascimento // Especial para o Diário de Natal
paulonascimento.rn@dabr.com.br

Desde o dia 26 de abril que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) apura infração disciplinar contra cinco pessoas denunciadas pelo Ministério Público do RN à Procuradoria Geral da República (PGR). Sete dias antes, o procurador geral de Justiça, Manoel Onofre Neto, foi a Brasília apresentar para a PGR documentos e depoimentos que apontavam o suposto envolvimento de desembargadores do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte em ilícitos investigados nas Operações Judas - que trata de desvio de verbas do setor de precatórios do TJ - e Sinal Fechado - sobre um esquema de fraudes no processo de implantação da inspeção veicular no RN.

Os desembargadores Rafael Godeiro, Osvaldo Cruz, Francisco Saraiva Sobrinho e Expedito Ferreira estão sendo investigados, em um mesmo processo, pelo Conselho Nacional de Justiça. Foto: Carlos Santos/DN/D.A Press / Eduardo Maia/DN/D.A Press / Daiane Nunes/DN/D.A Press / Eduardo Maia/DN/D.A Press
O processo, que tem como relatora a ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e Corregedora Nacional de Justiça Eliana Calmon, está marcado como "sigiloso" em letras vermelhas. E por esta condição, os nomes das partes não são revelados. Mas, segundo informações e pela consequente análise das iniciais apresentadas no processo, seriam cinco desembargadores representados pelo MP: Francisco Saraiva Dantas Sobrinho (F. S. D. S.), Expedito Ferreira de Souza (E. F. S.), Rafael Godeiro Sobrinho (R. G. S.), Osvaldo Soares da Cruz (O. S. C.) e um quinto nominado no processo pelas iniciais J.R..

As informações sobre o processo de apuração de infração disciplinar ainda são preliminares, por conta do caráter sigiloso imposto pelo STJ. Não se sabe porque todos os desembargadores estão juntos no mesmo processo, já que um Procedimento Administrativo Disciplinar (PAD) foi aberto nesta semana contra Osvaldo Cruz e Rafael Godeiro. O CNJ e o MP-RN não confirmaram a identificação do "quinto elemento" investigado pelo órgão fiscalizador do judiciário brasileiro. No entanto, como a última movimentação, datada da manhã de terça-feira passada, aponta que o processo está "concluso para decisão/despacho", ele deverá ir a plenário na próxima sessão do CNJ, marcada para 5 de junho. É possível que os nomes de todos os investigados sejam revelados durante a sessão de julgamento.

A apuração, no entanto, ainda não foi protocolada junto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde tramita um inquérito presidido pelo ministro César Asfor Rocha que apura a participação dos ex-presidentes do TJ-RN Osvaldo Cruz e Rafael Godeiro nas fraudes instaladas dentro da Divisão de Precatórios por pouco mais de quatro anos, enquanto Carla Ubarana chefiou a divisão. A própria funcionária de carreira do tribunal, em depoimento sob delação premiada, apontou a participação dos magistrados no crime.As informações são de que foram desviados cerca de R$ 20 milhões dos precatórios até o momento.

Delação

O aparecimento dos nomes dos desembargadores Saraiva Sobrinho e Expedito Ferreira nas investigações deve-se ao depoimento, concedido sob termo de delação premiada, pelo empresário e lobista paulista Alcides Fernandes. Ele teria trabalhado para o advogado e empresário George Olímpio na formatação do esquema que beneficiaria Olímpio com o direito de explorar ainspeção veicular no RN. A fraude, segundo as investigações do MP, vem desde a promulgação da lei de inspeção veicular até a licitação. Segundo contou Alcides em seu depoimento de mais de 11 horas gravado pelo Ministério Público, o esquema teria contado com a participação dos desembargadores.

Durante o depoimento, Alcides Fernandes ainda apontou a participação no esquema de políticos como o senador José Agripino Maia, presidente nacional do Democratas (DEM), e os ex-governadores Wilma de Faria (PSB) e Iberê Ferreira de Souza (PSB), além do deputado estadual Ezequiel Ferreira (PTB) e o suplente de senador João Faustino (PSDB), que foi preso durante a operação. Alcides colocou no rol dos envolvidos o ex-diretor geral do Departamento de Trânsito (Detran/RN) Érico Vallério Ferreira de Souza - filho do desembargador Expedito Ferreira de Souza - e Lauro Maia, filho de Wilma de Faria.

Atual composição do TJ

Judite Nunes
Expedito Ferreira de Souza
Cláudio Santos
Aderson Silvino
Caio Alencar
Amaury Sobrinho
Osvaldo Cruz (afastado)
Rafael Godeiro Sobrinho (afastado)
João Rebouças
Vivaldo Pinheiro
Saraiva Sobrinho
Amilcar Maia
Dilermando Mota
Virgílio Fernandes
Zeneide Bezerra

Bandidagem continua solta. Cuidado, os bandoleiros podem voltar neste final de semana!

Uma quadrilha de assaltantes que atuava em Candelária já foi identificada pela Polícia, mas não está trancafiada, vendo o sol quadrado, como deveria estar. Os ladrões fizeram  oito assaltos na noite da última 3ª feira, em Candelária, Cidade Satélite e Cidade Verde, bairro de Parnamirim, vizinho de Neópolis. A edição de hoje do Novo Jornal, publicou as fotos dos bandoleiros do asfalto, na matéria "Meu carro sumiu", que informa que a polícia registrou 980 veículos roubados em 4 meses no Estado do RN, mais da metade em Natal. Os salafrários são jovens de classe média:Alan Diego, Halyson Philips Costa e Ricardo Cavalcante de Lima, que foram recohecidos por três vítimas de Candelária e Cidade Verde,  mas se encontravam foragidos na noite de ontem, 24.O bando só age bem armado, são agressivos e atuam de cara limpa. São os cangaceiros da era moderna. O trio é conhecido da polícia, já foram presos outras vêzes, mas foram soltos pela Justiça.

terça-feira, 22 de maio de 2012


Reproduzido de O Santo Ofício

DJALMA MARANHÃO, O QUIXOTE POTIGUAR
Por Antenor Laurentino Ramos

Conheci Djalma Maranhão em Nova Cruz, quando eu era ainda estudante secundarista. Estava no ardor da mocidade. O grande político fora fazer uma palestra juntamente com Aldo Tinoco, o pai. Salatiel, George, Marcílio de Dr. Otacílio, Claudionor Soares, Raimundo Menezes e eu fôramos convidados por Eliezer Menezes, líder operário comunista da cidade. A reunião teria lugar no Cinema Éden, de Paulo Bezerra Souto, simpatizante também esquerdista também, da época.

Tempos depois, iria reencontrá-lo no seu exílio em Montevidéu. Já o conhecia de vista no Jornal de natal de sua propriedade. Via-o sempre, em conversa animada com meu irmão Afonso e Luis Maranhão Filho. Eu trabalhava, nesse tempo, no Diário de Natal. Como revisor.

Na viagem ao Uruguai, comemorávamos a conclusão de nosso curso, os Bacharéis de Direito de 1971, o Planex. Fazia parte dessa excursão 13 alunos, 6 homens e 7 mulheres. Entre eles relembro Lúcio Teixeira dos Santos, Andrier Abreu, Molina, Mizael Barreto, Elias Maciel, Cléa Bacurau, Lúcia Barbosa, Méssia Feitosa, Jandira, Nadja Lopes Cardoso, Salete do Ó Pacheco…

Foi uma longa e estafante viagem via terrestre. Saíramos de Natal, pernoitando no Rio, para retomarmos nossa viagem rumo às terras gaúchas. Chegamos mesmo a assistir em Porto Alegre a um jogo no Estádio Beira-Rio, Internacional versus Atlético Mineiro.

Na capital do Uruguai ficamos hospedados no Hotel Campeotti, Calle General Artigas. Após um demorado repouso, saíramos para o primeiro encontro com a bela cidade. Era uma das que nos tempos de estudante do Ginásio Natal desejava conhecer e o responsável por esse desejo o era meu saudoso professor de geografia.

Djalma já nos procurara à noite com Dona Dária, sua esposa. Trazíamos uma carta de seu filho, Marcus, nosso contemporâneo de Faculdade. Não chegamos a vê-lo nesse primeiro contato, Mizael e eu. Fôramos convidados por um amigo que fizéramos em Montevidéu a um passeio noturno pelo lugar com direito a vinho e cerveja.

No dia seguinte, lá estava Djalma de novo. Oferecera-se para ser nosso guia turístico e não largamos mais. Relembro o nosso primeiro contato, os colegas nos apresentaram a ele e a Dona Dária. Foi quando eu disse: “- Djalma, a gente já se viu em Nova Cruz. Eu era bem jovem. Depois, acostumei-me a vê-lo conversar com o meu irmão”. “- Quem é seu irmão?” “- Afonso Laurentino Ramos”. “- Não acredito, disse-me ele.

Desde ontem que eu pergunto a esses meninos se conhecem Afonso e deparo-me agora com o seu irmão!” “- Como vai ele? Namora ainda Lourdinha Alves, Diúda, irmã de Aluizio?” E notava em seu semblante, a alegria de saber notícias do Afonso! Maior surpresa, para mim, foi quando me perguntou: “- E Antonio Laurentino, seu pai?” “- E você conhece meu pai?” “- Ora, responde-me rindo: mas que a Afonso! Tomei muita cachaça e uísque com teu pai na praia da Redinha”. Sentia-me orgulhoso e emocionado por sabê-lo íntimo de meu pai e de meu querido irmão. Foi assim que vi Djalma Maranhão pela última vez.

Só falava em Natal; sentia-se nele a saudade do solo querido. Contou-nos muitas de suas peripécias após a prisão em Natal, a caminho do exílio. Que figura interessante e carismática, o Djalma! Um ano depois, voltava a Natal, não mais para retomar as suas atividades políticas que era a razão de ser de toda a sua história. Chegava morto e aplaudido pelo povo, com gritos de alegria e de lágrimas, ele que fora o maior prefeito de Natal de todos os tempos, o verdadeiro prefeito do povo!

Djalma era um político raro nos dias de hoje, uma espécie em extinção. Sentia Natal e o seu povo; confundia-se com ele, e a sua popularidade não era uma popularidade fabricada pela mídia, era natural, fruto da sua empatia com a gente potiguar. Tinha aquele que os franceses chamam de rapport, uma ligação afetiva que se estabelecia num primeiro momento com as massas.

Djalma merecia ser mais bem lembrado em Natal. O muito que se fizer em sua homenagem, é pouco pelo que para nós representou como líder e administrador. Revolucionou mesmo a administração da cidade. Foi, com Aluizio Alves, o exemplo maior, infelizmente não continuado, de excelência administrativa aliada a um idealismo sem par. Considero-me um privilegiado em ter com ele privado da sua convivência, do seu sonho de ser o redentor de sua terra. Grande Djalma, figura marcante, Dom Quixote mesmo, condestável de seu tempo em Natal! Salve!
_________________
Reproduzido de "O SANTO OFÍCIO", de Franklin Jorge



segunda-feira, 21 de maio de 2012

Será que o povo de Natal terá liberdade de tomar banho na praia da Via Costeira?

Tribuna do Norte
20.05.2012

Via Costeira

José  Arno Galvão    [ Advogado  ]

Nessa discussão sobre a Via Costeira, alguns aspectos estão sendo esquecidos. Não é questão de defender a ecologia, mas deve-se colocar no lugar um certo conceito de "empreendedorismo" muito em voga por esses dias. O projeto original previa uma quantidade menor de unidades hoteleiras, integrando aquela área à cidade mediante a criação de polos de lazer e de turismo, com a finalidade de para lá atrair a população. Ao mesmo tempo, preservando a paisagem, procurava limitar a ocupação, estabelecendo vazios que permitiriam aos usuários da via uma visão do entorno e do mar.

Essa era, em linhas gerais, a ideia do projeto aprovado no governo Tarcísio Maia. Ideia distorcida nas administrações seguintes, as quais, cedendo a pressões de empresários, aumentaram a quantidade de lotes destinados a unidades hoteleiras e praticamente suprimiram os polos de lazer, hoje limitados a um projeto que faliu e a uma cervejaria.

Como os anteriores, os novos lotes foram adjudicados a novas empresas, às quais era concedido prazo para a implantação do empreendimento. O que ocorreu era perfeitamente previsível. O novos projetos, entregues a empresas constituídas especialmente para recebê-los, nunca sequer foram transferidos para o papel. Em outras palavras, tais projetos não existiam e os controladores dessas empresas ficaram a aguardar uma oportunidade de negócio para passá-las adiante. Em linguagem clara, tratava-se de pura e simples especulação com um bem que, na prática, não tinha custado um centavo aos tais empresários.

 E, se ao longo do tempo os tais lotes aumentaram seu valor, isso foi ainda mais incrementado quando o Governo Estadual resolveu alterar o índice de utilização dos lotes e a altura das construções. Com a nova taxa de utilização, empreendimentos maiores poderiam ser atraídos, facilitando os negócios e aumentando a lucratividade dos tais "projetos" sem que sequer tivessem sido lançados no papel.

As consequências previsíveis já se fazem notar hoje, quando os hotéis implantados se veem obrigados a oferecer diárias com tudo pago, como forma de segurar o usuário, dada a distância entre o hotel e os locais turísticos e os polos de lazer. E, para a população natalense - ou natalina, como pretende o Deputado Marco Maia, Presidente da Câmara dos Deputados, que recebeu um título de cidadania de uma cidade que nunca viu e que continua sem ter visto - a Via Costeira é uma simples via de ligação entre os os bairros de Capim Macio e Ponta Negra com Mãe Luíza e Areia Preta, destinada a ter um paredão separando-a da praia.

Mas já decorreu o tempo deferido para a implantação dos projetos, apesar de ter sido o prazo prorrogado. Tanto que o Estado anunciou sua disposição de obter a restituição dos lotes, mediante a declaração de caducidade das permissões. Por isso, surpreende a posição da administração estadual, em reação a declarações recentes da direção do IBAMA.

Tenho para mim, que abriu-se uma oportunidade para ser retomada a ideia original, alterando a configuração da Via Costeira e criando polos de lazer, de forma a para ali atrair a população local e permitir a fixação do turista, principal cliente dos hotéis, na área. Aliás, é isso que alguns dos hotéis vem fazendo, ar promover eventos locais. E foi isso que um dos hoteleiros defendeu em uma entrevista: integrar a Via Costeira à cidade, para lá atraindo o natalense.

E, ao mesmo tempo, preservando um dos principais capitais da área, a vista, que nessa discussão está sendo simplesmente esquecida.

Com isso, estar-se-ia fazendo exatamente o que se propôs desde o começo, aliando o útil ao agradável. A utilidade com o uso racional dos lotes em proveito do projeto como um todo, não para alguns especuladores travestidos de "empresários", que depois de vinte anos ainda não conseguiram elaborar um projeto. E permitir o desfrute das áreas de lazer e da vista belíssima de que ainda se pode gozar.

sábado, 19 de maio de 2012

Plantem milona, a cura da asma.


Planta do Sertão da Paraíba deve virar medicamento

A Cissampelos syntodialis , popularmente conhecida como ‘milona’ ou ‘orelha de onça’, é alvo de pesquisas na Universidade Federal da Paraíba (UFPB) há mais de 20 anos.
Uma planta medicinal muito abundante no Sertão e no Semiárido paraibano deverá ser comercializada como medicamento – em sachês – até o final do ano, para o tratamento da asma. A Cissampelos syntodialis , popularmente conhecida como ‘milona’ ou ‘orelha
de onça’, é alvo de pesquisas na Universidade Federal da Paraíba (UFPB) há mais de 20 anos.

Os benefícios da planta foram, inclusive, destaque no Globo Réporter exibido ontem, pela Rede Globo de Televisão. O programa focou no poder de cura das plantas medicinais nativas do Brasil.
Conforme a diretora do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da UFPB, Margareth Diniz, os estudos sobre a eficácia da ‘orelha de onça’ começaram quando ela trouxe a planta de Sousa para ser pesquisa nos laboratórios da UFPB.
“No Sertão, a raiz da planta já era usada em grande quantidade para o tratamento de asma, bronquites e alergias, apresentando um resultado fantástico”, comentou a professora, acrescentando que os benefícios da planta podem até superar os dos medicamentos químicos.
Além disso, através de pesquisas de Mestrado e Doutorado na UFPB descobriu-se que a folha da ‘milona’ tem a mesma eficácia da raiz dela e também pode ser usada para o tratamento de asma – tendo menos toxidade. “Isso é muito bom, porque para fabricar o medicamento não precisa arrancar a planta e sim as folhas. A ‘milona’ é uma trepadeira e cresce em grande quantidade, permitindo o preparo em abundância”, apontou.
A última etapa do estudo, que deve ser concluída até o final do ano, é justamente a obtenção da certificação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para fabricação e comercialização da planta como medicamento.
Jornal da Paraíba

Chuvas hoje em Natal. Amanhã, os defensores da maconha.

Desde às quatro horas que chove em Natal. A previsão era de dia nublado, mas chove há mais de cinco horas, superando 12 milimetros, segundo opinião de um professor da Universidade Federal da Paraíba. As últimas chuvas caídas em Natal ocorreram na "semana santa" , portanto, há mais de dois meses de estiagem e altas temperaturas na capital inchada de veículos e de greves programadas pelos sindicatos.
Na manhã de hoje, por volta das 07h45m, mais de um mês antes dos festejos juninos, uma potente bomba explodiu ao lado da quadra coberta do Colégio Walfredo Gurgel, em Candelária. Coisa de adolescente que gosta de jogar dinheiro fora com coisa sem futuro. Mas o fumaceiro foi grande, mas oriundo da fumaça do "traque" Caramuru, e não fumaceiro da cannabis sativa, cujos adeptos vão fazer uma passeata amanhã, domingo, na  BR 101, para fazerem apologia da droga e perturbarem o trânsito na cidade. Que todos evitem o itinerário dos "maconheiros", pois ninguém tem certeza de que a Polícia Militar e Rodoviária Federal vão mesmo coibir esse abuso dos defensores do consumo de maconha. Muito cuidado! Diga NÃO à maconha! Seja progressista! Não ao retrocesso mental!

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Moradores limpam trecho de rua. (II)

Um morador da rua Raposo Câmara, após observar o lixo acumulado há meses na esquina da rua Padre Feijó com a praça Manhã Parnasiana, em Candelária, resolveu chamar “Ei” (apelido do rapaz trabalhador avulso do bairro) para limpar os restos de podas e entulhos domésticos deixados no local por uma equipe contratada pela Urbana e alguns moradores. Mas outros moradores que não gostam de sujeira deram uma “força”, na manhã de ontem, a “Ei”, doando sacos plásticos e gorjetas para que ele fizesse uma limpeza completa. E assim foi feito. O resultado está aí. Na manhã de hoje, 18, a caçamba da limpeza pública ainda não tinha passado, o que é esperado para a noite. Os clientes do Bar da Tesoura agradecem, dizem, pois quem é higiênico, não aceita ficar perto de sujeira para tomar as cervejas geladas no bar do "brigadeiro" Marcelino.  Não é melhor limpar do que mandar um deficiente mental quebrar litros de uísque nas calçadas de Candelária?  Foto de Gonzaga Cortez.
Observações: após a retirada do lixão da calçada, uma moradora da rua Princesa Leopoldina divulgou que "a Prefeitura foi denunciada, aí a justiça mandou tirar o lixo". Equívoco ou deturpação do fato. Foram pessoas físicas que custearam a limpeza da calçada e remoção do lixo, parte jogada por alguns moradores da área que se aproveitaram do semi-abandono da casa da esquina da rua padre Feijó. As pessoas que se preocupam com a limpeza da área foram as que mandaram limpar a calçada e pronto. E pagaram por isso ao trabalhador. À esquerda da foto, o local é ponto de homens de rua, viciados tatuados(dizem alguns) e pedintes, vários que estavam ausentes da área nos últimos dez dias. Alguns são jovem, fortes e aparentemente sadios, alimentados por donas de casa de Candelária, segundo informações de moradores.
S7303641

MP revoga contrato de locação em Candelária

Publicação: 18.05.2012.
Isaac Lira
 - repórter

O Ministério Público Estadual desistiu de alugar o prédio que serviria de sede para as promotorias da Fazenda Pública e Cidadania e para o Centro de Aperfeiçoamento Funcional da Instituição. Localizado na rua Militão Chaves, o prédio significaria um custo de R$ 2,58 milhões em cerca de 60 meses de contrato, num valor mensal de pouco mais de R$ 40 mil. A contratação seria feita por dispensa de licitação. A desistência foi motivada por informações repassadas à 44ª Promotoria de Justiça. O procedimento está sob a responsabilidade do promotor do patrimônio público, Emanuel Dhayan.
Júnior SantosPrédio seria alugado pelo MP, mas contrato foi revogado
Prédio seria alugado pelo MP, mas contrato foi revogado

As informações que chegaram à promotoria dão conta de uma suposta incompatibilidade entre o prédio construído e a renda dos proprietários do empreendimento. Segundo a Assessoria de Comunicação, não se trata de um inquérito, mas uma peça de informação. Em outras palavras, a investigação ainda não foi instaurada de fato. A depender do que for apurado, pode se iniciar um inquérito civil. O promotor Emanuel Dhayan enviou um ofício à Assessoria Jurídica requisitando cópia do processo de dispensa de licitação. O MPE decidiu, mesmo se tratando de um procedimento ainda na fase inicial, não dar seguimento ao contrato anteriormente acordado. 

O prédio em questão é de propriedade da empresa Flores Empreendimentos Agropecuários, localizada no Baixo Açu, a etapa dois do perímetro irrigado do município de Assu. A família do ex-diretor da Emater, ex-chefe do Gabinete Civil e candidato ao Senado como suplente da ex-governadora Wilma de Faria, Luiz Cláudio Chopp é proprietária da empresa. Até o dia 09 de março deste ano, o próprio Luiz Cláudio Chopp era um dos acionistas da Flores Empreendimentos, mas abdicou de sua participação societária na referida data, segundo informações apuradas pela reportagem da TRIBUNA DO NORTE. Atualmente, os sócios da Flores Empreendimentos Agropecuários são Anna Karina Souza Macedo e Flávio Marcílio Souza Macedo.

O imóvel em questão tem seis andares e, aparentemente, foi construído há pouco tempo, não tendo sido utilizado para qualquer fim. De acordo com informações do MPE, a contratação por dispensa tinha sido baseada no artigo 24 da lei de licitações. A escolha havia recaído sobre o número 2079 da rua Militão Chaves pela proximidade com a sede da Procuradoria Geral de Justiça, ambas em Candelária. Além disso, pesou a dificuldade de se encontrar um prédio amplo para abrigar as promotorias e, principalmente, o Ceaf, responsável pelos cursos de qualificação para os servidores do Ministério Público Estadual. Essas informações foram prestadas pelo MPE à época da publicação do contrato no Diário Oficial. Apesar da publicação, o contrato não foi assinado.

O inciso X do artigo 24 da lei de licitações diz que é dispensada a licitação "para a compra ou locação de imóvel destinado ao serviço público, cujas necessidades de instalação e localização condicionem a sua escolha, desde que o preço seja compatível com o valor de mercado, segundo avaliação prévia". O inciso foi citado na publicação do Diário Oficial como justificativa para a dispensa. 
Fonte: Tribuna do Norte.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Loteca GEAP.

Vejam o que está publicado na edição de hoje, na coluna de Cláudio Umberto, (Tribuna do Norte, p.4, com o título "Loteca Geap": "Após encherem a Geap de diretores petistas inexperientes a R$ 42 mil ao mês e chefias e superintendentes faturando de R$ 15 a R$ 25 mil, os conselheiros deste fundo de seguridade do servidor federal querem todos dispensados. Os demitidos receberão um ano de vencimentos".
Agora, entendi o porquê a GEAP,antiga Patronal do INSS, perdeu muitos associados e, trimestralmente, perde convênios hospitalares por falta de pagamentos do serviços prestados aos seus participantes. No RN, a GEAP já sofreu cancelamentos da Liga contra o câncer, em 2010 e 2011, provocando vexames aos seus participantes.
Nos Correios do RN, a situação é parecida, isto é, a competência não é a característica principal da cúpula dirigente ("aparelhada"), tendo em vista os atrasos permanentes nas entregas de cartas e correspondências em geral. Só salva o Sedex. Uma carta postada no Centro de Natal, chegou em Candelária, 13 dias depois. Dizem que alguns "dirigentes" ainda querem participar das eleições municipais e/ou apoiarem candidatos do partido. Há informações de pessoas trazidas da Paraíba para os Correios de Natal. Pode vir de qualquer parte do Brasil, mas que venham os competentes e eficientes.
Em Candelária, moram centenas de associados ao plano de saúde GEAP. No momento, não está crítica a situação local,mas há hospitais que suspenderam convênios com a GEAP, como o Promater.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Velhos tempos (2).


Imagem 203
Ele era dos melhores cantores que faziam “canjas” no Bar de Lourival, nos velhos e bons tempos em que o bar tornou-se um grande ponto de encontros de boêmios de Natal. Eis aí o dr. Jahyr Navarro, irmão do nosso amigo Jurandir Navarro, dando o seu espetáculo musical num dos vesperais famosos de 2008. Médico e cronista, Hayr Navarro é uma das referências de Natal e bom memorialista com cadeira cativa no Jornal de Hoje. E agora, quando repetiremos aquelas memoráveis serestas do Bar de Lourival?
Foto de Luiz Cortez.
Visitem o blog www.bardelourivaleaboemia.blogspot.com que substituiu o candelariaeasuaboemia,blogspot.com

terça-feira, 15 de maio de 2012

Explosão imobiliária beneficia Candelária.


Natal ganhará novo empreendimento próximo à Arena das Dunas

divulgação. Fonte: assessorn.com
A Construtora Conisa inicia processo de incorporação de um novo empreendimento em Lagoa Nova. Devido a proximidade das futuras instalações da Arena das Dunas, o empreendimento com 48 unidades apresenta como um dos principais diferenciais a localização. O Arena Park leva o slogan “Inspirado em você”, criado pela agência de propaganda DoisA, que defende o projeto como ideal para quem procura praticidade e conforto.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Será que Candelária festejará o São João?

Essa moçada da rua Felipe Camarão, Cidade Alta, em 1966, comemorou o São João na antiga rua do Cajueiro, então rua Extremoz e hoje rua Ponciano Barbosa, atrás do Hospital Infantil Varela Santiago. Boa parte dos rapazes e moças vieram morar em Candelária, bairro que não preservou a tradição dos festejos juninos. No centro, João Sanfoneiro, falecido nos anos oitenta, no Abrigo Juvino Barreto, que morava na rua Floriano Peixoto. Velhos bons tempos! A festa foi organizada por João Maria Cortez, sr. Geraldo Cordeiro e o filho Fernando. A foto foi feita no automático.
Enquanto escrevo, digo, digito, estou sabendo que houve um assalto nas proximidades da rua Marechal Rondon, quando um cidadão chegava em casa com o seu carro. O local? A confirmar se foi na rua Maria Quitéria ou na Luciano de Barros. Nota: o veículo teria sido encontrado na av. da Integração, no final da tarde de ontem.

domingo, 13 de maio de 2012


Efeitos nocivos dos antiinflamatórios
       
Já falei várias vezes nesses pequenos artigos sob medida para
blogueiros sobre o uso inadequado das medicações. Remédio, qualquer
que seja, até mesmo chá de Boldo, quando mal utilizado se torna
veneno. Não existe nenhuma medicação que seja inofensiva ao corpo
quando utilizada Inadvertidamente. Em alguns países de primeiro mundo
qualquer medicação só pode ser adquirida sob prescrição médica. Não
sei se medida tão extrema seria tão favorável em nosso país, mas com
certeza a lista de medicações que deveria ter sua venda restrita
precisa aumentar muito!
       Hoje, gostaria de falar um pouco mais sobre as medicações
antiinflamatórias. Existe um grupo de remédios que chamamos comumente
de “sintomáticos”, pois eles não tem o fim de tratar uma doença mas
sim de curar um sintoma. Por exemplo, se tenho uma pneumonia e uma
febre e tomo um remédio para baixar a febre, não estou tratando a
pneumonia, mas apenas um de seus sintomas.
       Mas o problema é que as pessoas confundem os sintomas com as doenças.
Por exemplo, um dos grandes desafios que enfrentamos no tratamento da
hipertensão é que as pessoas dizem que “não sentem nada” então não vão
tomar medicação alguma. Melhor seria, talvez, se sentissem uma dor
enorme cada vez que a pressão subisse pois, nessa linha de raciocínio,
cedo ou tarde sentirão algo, mas será um AVC ou um enfarte decorrentes
da pressão alta e ai já será tarde demais.
       Hoje gostaria de falar um pouco mais sobre os antiinflamatórios. A
maioria das doenças em medicina se desenvolve através de uma
inflamação. Daí a grande eficácia dos antiinflamatórios em seu
tratamento. No entanto, essa classe de medicamentos entra dentro do
grupo dos sintomáticos e via de regra não trata nada – apenas alivia
os sintomas. O problema é que o fato de o paciente não sentir nada não
quer dizer que a doença não continue evoluindo dentro dele só que
agora no perigoso silêncio provocado pelo uso inadvertido de
antiinflamatórios.
       Existem outras doenças que, de fato, são mais simples, por exemplo
uma artrose e talvez pense, meu prezado leitor, que nunca irá morrer
por causa de uma artrose que evoluiu demais. É verdade. Da artrose ele
não morrerá; entretanto, como tudo na natureza que se usa em excesso,
os antiinflamatórios também tem MUITOS efeitos colaterais,
especialmente para pessoas idosas – as que mais utilizam cronicamente
essas medicações! Dentre elas, destaco: gastrite, úlcera, hemorragia
digestiva, piora da função dos rins, alteração da função das plaquetas
(as substâncias do sangue que impedem que a gente sangre sem parar
quando temos um corte), piora da hipertensão, atrapalhar a função de
algumas medicações contra pressão alta, hepatite, reações alérgicas
etc, etc...
       Em síntese antes de tomar qualquer medicação, especialmente aquelas
que serão usadas por um período mais longo, procure seu médico e faça
o uso racional dos medicamentos. Do uso racional dos medicamentos
depende nossa saúde.

Paulo Tarcísio Neto
Medicina UFRN
Resposta rápida
Para: Paulo Tarcísio Neto <paulo.tarcisio.

A família de João Cu Cu.


Autor: Geraldo Anízio

O dono da pensão chamava-se Oceano Atlântico Linhares, casado com Adriana Costa Vaso Veludo. O filho mais velho, Vicente Pica Pau Veludo, primo de Francisco Dias Bem Bom, arranjaram uma briga por certa moça de nome Graciosa Rodela D’Alho. O irmão de Graciosa, Esparadrapo Clemente de Sá matou o namorado da irmã, Vicente Pica Pau, por ter ofendido a irmã dele e não querer casar-se.

Esparadrapo fugiu da cidade e se refugiou na fazenda do Coronel Brandamante Brasil. Benedito Camursa Aveludado que era irmão de Oceano Atlântico denunciou o crime ao delegado Dezecêncio Feverêncio Delegas que por sua vez tomou as providências em diligências a procura do criminoso Esparadrapo Clemente. O pai de Esparadrapo, o Sr. Céu Azul do Sol Poente, poeta e trovador, tratou de falar com o Dr. Joaquim Couve Flor Malvas, advogado de defesa e ganhador de causas criminais na região. 

O pai de Graciosa, Adão Kodak, contratou às escondidas um pistoleiro para assassinar o fugitivo. Certa noite, o pistoleiro, um tal de Antônio Carnaval Quaresma, acertou o trato por dez mil réis que fora divido com um outro parceiro Abc Lopes. Antônio Carnaval veio por indicação de Danilo de Cadê Negócio, cujo interesse teve em receber parte do dinheiro de Antônio  Carnaval. O parceiro de Antônio Carnaval, Abc Lopes ao tomar chegada na fazenda do coronel Brandante Brasil reconheceu o criminoso Esparadrapo, que era casado com uma das tias dele, a Sra. Aricléia Café Chá.

Tudo ficou revertido, a compreender Esparadrapo dobrou a oferta aos pistoleiros para executarem o mandante da morte dele, o Sr. Adão Kodak. Desta feita, no dia de feira quando o Sr. Kodak versejavam com outro amigo, o Sr. Um Dois Três de Oliveira Quatro, os pistoleiros atiraram de uma esquina atingindo fatalmente o Sr. Um Dois Três de Oliveira Quatro que não tinha nada a ver na história.

O pistoleiro Abc Lopes fugiu em um carro de praça do Sr. Sebastião Salgado Doce e Antônio Carnaval foi preso em flagrante pelo cabo de polícia Zero Fonseca que por coincidência era primo carnal de Graciosa Rodela.

Um ano depois dessa história toda, nasceu a filha de Graciosa Rodela com Vicente Pica Pau que mais tarde tornou-se a juíza da Primeira Vara Criminal.

Esta história foi contada por João da Mesma Data que conheceu a família de Graciosa Rodela. João é historiador que também foi casado com uma parenta da família  da Sra. Cafiaspirina Cruz que soubera, por sua vez, numa história de cordel contada pelo poeta Rolando de Alto Abaixo da Estrada. 

Agora passo para todos vocês.
Fonte: assessorn.com - Jornalista João Bosco.

Fonte

O rôlo é grande. Agora aparece desembargador no escândalo do DETRAN.


Tribuna do Norte
Natal

Natal, 11 de Maio de 2012 | Atualizado às 09:08

Desembargador é citado por lobista

Publicação: 11 de Maio de 2012 às 00:00









Ricardo Araújo - repórter


Os controladores do Consórcio Inspar estavam dispostos a ampliar  a compra de apoio ao projeto de inspeção veicular, estabelecido de forma fraudulenta no governo Wilma de Faria/Iberê Ferreira de Souza, estendendo-se também para a administração do governo Rosalba. A peça chave do esquema dentro do Detran/RN era Marcus Vinícius Furtado da Cunha, que ocupava o cargo de procurador-geral do Departamento Estadual de Trânsito. George Olímpio tentou sustentar Marcus Vinícius Furtado da Cunha, mesmo com a mudança da direção geral do órgão. As tentativas, porém, não progrediram, mas de acordo com o depoimento de Alcides Fernandes Barbosa iniciou-se um outro esquema de pagamentos envolvendo o novo diretor da autarquia, Érico Vallério Ferreira de Souza e o pai dele, o desembargador Expedito Ferreira.



 Na delação premiada, Alcides afirmou que as negociações entre George Olímpio e Érico Vallério se deram no escritório da Construtora Montana, pertencente a Gilmar Lopes, sócio da Inspar e, segundo Alcides, amigo íntimo do desembargador. Gilmar teria se encontrado com Expedito Ferreira no gabinete do Tribunal de Justiça. Na ocasião, o desembargador teria alertado o dono da Montana sobre os percentuais que seriam distribuídos a Wilma de Faria, João Faustino e Iberê Ferreira quando as inspeções fossem iniciadas. Gilmar se sentiu enganado por George Olímpio e o questionou por quais motivos ele teria feito aquela divisão.



"O Gilmar disse que não tinha mais condições de falar com Expedito por causa das mentiras relacionadas aos percentuais", disse Alcides Barbosa. George Olímpio teria solicitado a intermediação de Gilmar com Expedito Ferreira por eles serem e amigos e, com isto, facilitar uma aproximação com Érico Vallério, o escolhido por Rosalba Ciarlini para assumir o Detran em seu mandato. A aproximação, ocorreu.



 O funcionamento do CRC e a inspeção veicular foram mantidos. Seria por esta suposta "ajuda" que Expedito Ferreira receberia os R$ 50 mil/mensais. 



Alcides esclareceu que o intuito de Érico Vallério como diretor da autarquia estadual de Trânsito era suspender o contrato da inspeção veicular e o funcionamento do cartório de autenticação dos licenciamentos de veículos, ambos operacionalizados pelas empresas em nome de George Olímpio. Não fica claro, entretanto, se a conversa ocorreu antes ou depois de Érico Vallério assumir oficialmente o Departamento Estadual de Trânsito, no início do ano passado.



Para manter a Central de Registro de Contratos (CRC) em funcionamento e garantir o início das inspeções veiculares, George asseverou o pagamento mensal de R$ 50 mil ao então diretor do Detran/RN. "George dava dinheiro pro Érico Vallério para ele não suspender o funcionamento do cartório nem da inspeção. Érico, inclusive, recebeu R$ 50 mil adiantado", disse Alcides aos promotores de Defesa do Patrimônio Público. 



Um dos pedidos de George a Érico, porém, não foi atendido. O sócio da Inspar queria a manutenção de Marcus Vinícius Furtado da Cunha na Procuradoria-Geral do órgão. O medo dos envolvidos no esquema era de que Furtado os delatasse caso não permanecesse no processo. 



Com a negativa do filho do desembargador, George Olímpio se viu obrigado a pagar propina mensalmente a Marcus Vinícius Furtado para que ele permanecesse em silêncio. Na tentativa de manter Furtado no Detran, Alcides detalhou ao Ministério Público que João Faustino chegou a procurar o ex-chefe do Gabinete Civil estadual, Paulo de Tarso Fernandes, para pedir sua ajuda. "Todos tinham medo do Marcus Vinícius sair e alguém descobrir o esquema", confirmou Alcides. Ainda segundo o depoente, Furtado era "o cara que sabe tudo mesmo, como foi a montagem jurídica".



Procurado pela TRIBUNA DO NORTE, o desembargador Expedito Ferreira preferiu não comentar as afirmações de Alcides Fernandes Barbosa. Ele limitou-se a dizer, na manhã de ontem em seu gabinete no Tribunal de Justiça, que "as medidas judiciais cabíveis serão tomadas". Contra quem e quais medidas serão, ele não detalhou. Érico Vallério Ferreira de Souza não foi localizado para comentar o assunto.



Advogados defendem a delação 



 Os advogados de Alcides Fernandes Barbosa em Natal, Daniel Pessoa, e em São Paulo, Ulysses Pinto Nogueira, defenderam a conduta do seu cliente. Conforme declarou Ulysses Nogueira, que defende Alcides em processos que tramitam na Justiça paulista, "o único prejudicado em toda essa situação" é o próprio Alcides. 



 "Além de ter sido preso por ter prestado serviços aos envolvidos, ficou sem receber por esses serviços e ainda tem sofrido intimidações por parte daqueles que lhe devem", declarou Ulysses Pinto Nogueira. Alcides, que trabalhava como empresário em São Paulo, irá recorrer à Justiça para receber os recursos que deveria ter  ganho enquanto trabalhou para os envolvidos na Operação Sinal Fechado. Em decorrência da prisão, ele está impedido de trabalhar.



 Mesmo com as ameaças sofridas enquanto esteve preso na Cadeia Pública de Cruzeiro, no interior de São Paulo, Alcides está disposto a contribuir com as investigações. Tais informações foram repassadas pelos advogados que o defendem. "Apesar de tudo, Alcides continua firme no propósito de colaborar com as investigações em curso no Rio Grande do Norte ou em qualquer outro local", destacou o advogado Ulysses Pinto Nogueira.



 Em Natal, o defensor Daniel Pessoa, contratado por Alcides Fernandes Barbosa no início do mês de abril, conforme informações contidas no processo em tramitação na 6ª Vara Criminal, falou à TRIBUNA DO NORTE. Ele esclareceu, "em razão das notícias veiculadas e dos achaques protagonizados pelos outros envolvidos", que Alcides "prestou apenas colaboração com a Justiça, conforme permissão legal".



Daniel Pessoa ressaltou que seu cliente tomou a decisão de delatar o esquema de "livre e espontânea vontade". "Ele está ciente das consequências e que já começou a suportar os riscos concretos à sua vida e de sua família". Daniel enfatizou que, por enquanto, todos os demais esclarecimentos que sejam necessários serão prestados unicamente pelos advogados que atuam na defesa do empresário paulista.



Empresário nega envolvimento 



O empresário potiguar e ex-senador José Bezerra Júnior, conhecido também como Ximbica, citado por Alcides no depoimento, negou qualquer envolvimento com o suposto repasse de R$ 1 milhão ao senador José Agripino. Alcides detalhou que Ximbica teria entregue a quantia em espécie ao senador, após negociação ocorrida num pavimento superior do apartamento (sótão ou cobertura) do senador José Agripino no bairro de Morro Branco, em Natal.  Em contrapartida, Ximbica teria recebido de George Olímpio quatro cheques no valor de R$ 250 mil cada. Na ocasião, segundo Alcides estavam, além dele, João Faustino, Agripino, Olímpio, Ximbica e um filho. 



José Bezerra Júnior definiu Alcides como um "vigarista" e ressaltou não conhecê-lo. "Além disso, eu não participei de nenhuma negociação no sótão da casa de José Agripino. Eu conheço o apartamento e lá não tem sótão. Eu não sei quem é Alcides, ele não me conhece", enfatizou. Para José Bezerra Júnior, as argumentações de Alcides não passam de uma "tática de máfia" que pretende derrubar o senador democrata José Agripino Maia. "Eu tenho quase que certeza que isso é armação do mensalão para incriminar todo mundo e despistar o julgamento do mensalão", argumentou Ximbica.



O deputado estadual Ezequiel Ferreira, através de nota, negou o recebimento dos R$ 300 apontados por Alcides para viabilizar a aprovação da lei que regularizava a inspeção obrigatória no estado. "A fantasia soa absurda, por não ter eu liderança e força suficientes na Casa para influir, isoladamente, na decisão de vinte e três outros deputados, nem poder para levá-los a votar dessa ou daquela maneira. É mesmo ridículo supor que alguém vá desembolsar tão vultosa quantia para seduzir um só deputado, entre vinte e quatro, quando esse único deputado sabidamente não tinha meios e força para atender ao pretendido", defendeu-se.



George Olímpio, também através de nota, definiu o MPE como ingênuo e negou o repasse de R$ 1 milhão ao senador José Agripino. "Rechaço, abismado, com a ingenuidade do Ministério Público Estadual, que foi enganado pelo Sr. Alcides Barbosa, através de declarações fantasiosas e sem provas quaisquer, com o único fim de conseguir, como "DELATOR", a sua liberdade, conquistada em bases mentirosas e sem apresentação de provas", enfatizou Olímpio.



Ele disse, ainda que "todas as medidas judiciais cabíveis serão tomadas contra quem me acusar sem provas, seja quem for". Ele reiterou que "Sr. Alcides MENTIU em afirmar 0 pagamento ou promessa de propina seja la a que quem for!".



Intermediação teve agente de confiança



aDe acordo com o depoimento de Alcides Fernandes Barbosa aos promotores de Defesa do Patrimônio Público, apesar da proximidade de George Olímpio e Iberê Ferreira de Souza, algumas negociações foram intermediadas entre pessoas de confiança do ex-governador do Rio Grande do Norte. Dentre elas estão um homem identificado como Rousseau, que seria, inclusive, a indicação de Iberê para assumir a Procuradoria Geral do Detran após a saída de Marcus Vinícius Furtado da Cunha e Luiz Cláudio Chopp. 



Chopp, como é conhecido no meio político potiguar, ocupou o cargo de chefe do Gabinete Civil no governo Iberê Ferreira de Souza e é uma pessoa muito próxima do ex-governador. Segundo Alcides Barbosa, ele teria recebido uma parcela do valor de R$ 1 milhão supostamente repassado ao então governador do Estado por George Olímpio, para garantir a manutenção da inspeção. "Chopp participou da negociação e pegou um pouquinho do dinheiro", confirmou Alcides aos promotores durante a delação. 



Além de Chopp, o filho de Iberê conhecido como Joca, também receberia dividendos do esquema de corrupção supostamente comandado por George Olímpio. 



Esclarecimento



A respeito da acusação de que eu teria recebido R$ 300.000,00 para possibilitar a aprovação pela Assembleia Legislativa da lei de inspeção veicular no Estado, acusação que nasce com a suspeição de uma delação (sem prova) premiada (feita por alguém com o explícito propósito de sair da prisão), esta mesma origem deixa na acusação a marca da fantasia e da mais completa improcedência.



A fantasia soa absurda, por não ter eu liderança e força suficientes na Casa para influir, isoladamente, na decisão de vinte e três outros Deputados, nem poder para leva-los a votar dessa ou daquela maneira. É mesmo ridículo supor que alguém vá desembolsar tão vultosa quantia



para seduzir um só Deputado, entre vinte e quatro, quando esse único Deputado sabidamente não tinha meios e força para atender ao pretendido.



A lei foi ela aprovada pelos vinte e dois Deputados presentes à sessão de votação, sendo apreciada da mesma forma como tem sido de rotina a apreciação das matérias enviadas pelo Governo do Estado.



Com esses esclarecimentos, espero ter cumprido meu dever de dar satisfação à opinião pública do Estado, e, reafirmando o despropósito da acusação, não pretendo voltar a tratar de fantasias engendradas em delações, que, por definição, sempre chegam aos limites do extremo desespero.



Natal, 10 de maio de 2012.



Deputado Ezequiel Ferreira"